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Cuidados na gravidez

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O seu empenho na realização dos auto cuidados que seguem garantirá uma grande parte do sucesso nessa maravilhosa jornada.

O QUE FAZER?

• Alimente-se bem!
Não coma por dois; isso só a engordará muito, o que não é saudável. Sua alimentação deverá ser equilibrada, coma de tudo, variando ao máximo os alimentos.
Evite gorduras, principalmente as de origem animal.
Faça várias refeições por dia, mas coma pouco, a cada três horas, fazendo cinco/seis refeições diárias.
Prefira alimentos naturais, legumes e verduras com o mínimo de tempero; coma de três a cinco frutas por dia e tome bastante leite e outros alimentos líquidos, de preferência água, evitando refrigerantes.
À noite, as refeições deve
rão ser mais leves e, bem antes da hora de deitar, para evitar o refluxo gástrico, que causa a sensação de queimação (azia).
Os enjôos são bastante comuns no inicio da gestação e eles se devem principalmente às intensas modificações hormonais, a que aos poucos, o organismo se adapta.
Também para controlar enjôos e azia, procure comer fracionado, isto é, pouca quantidade em várias refeições.
Observem quais são suas preferências e, na medida do possível, atenda-as, desde que não sejam absurdas. Converse com seu médico.

• Modere suas atividades físicas!

Gravidez não é doença, mas se você não for uma super atleta, calma; não exagere, não corra, não faça exercícios abdominais que comprima a barriga.Não faça exercícios aeróbios que forcem as articulações; elas ficam bastante amolecidas durante a gestação favorecendo quedas, entorses, etc. Mas não seja sedentária, procure caminhar pelo menos meia hora por dia, num ritmo agradável. É importante também a realização de exercícios de alongamento que aumentem a flexibilidade e a força de alguns músculos envolvidos no processo gestacional e no parto.

• Vista-se de acordo com a temperatura.

Procure usar roupas que não apertem, que sejam confortáveis. Os sapatos deverão ter saltos no máximo de 3 a 4 centímetros, que proporcionem estabilidade, pois o risco de queda é maior. As calcinhas deverão ser de algodão e não deverão apertar a barriga; o soutien é indispensável. A higiene é fundamental, tanto corporal, do vestuário, da alimentação e do ambiente, para não dar chances dos micróbios invadirem o organismo.

• Não fume!

As substâncias tóxicas do cigarro poderão atingir o bebê através da placenta. Não se automedique, só utilize os medicamentos que seu médico indicar.• Procure se distrair! Combata o excesso de estresse, esse grande fantasma da vida moderna. Tenha calma! Relaxe, algumas técnicas são maravilhosas para proporcionar bem-estar. Aprenda-as.

• Não tome sol sem proteção!

Principalmente entre as 10 horas e as 16 horas. Devido às ações dos hormônios, poderão surgir manchas principalmente no rosto, no peito e na barriga. Use protetor solar de fator igual ou maior do que 15.

• Cuide de sua boca!

Há maior facilidade para o aparecimento de cáries e gengivites. Portanto, escove muito bem os dentes, use adequadamente o fio dental e consulte regularmente seu dentista, pelo menos no início e no final da gestação.

• Prepare sua Mamas!

Não use cremes ou óleos no bico e na aréola (parte colorida das mamas), tome sol nos mamilos e pratique exercícios para fortalecer a musculatura que sustenta as mamas. Use sutiens que proporcionem boa sustentação.

• Mantenha dietas ricas em fibras vegetais.

Beba muito líquido para estimular seus intestinos que poderão ficar mais preguiçosos.

• Lave os genitais com sabonete neutro após evacuar ou urinar.

Utilize papel higiênico da frente para trás. Evite banhos de imersão. Há um aumento natural da secreção vaginal que não deve arder, nem coçar, possui cor clara e não tem mau cheiro. Caso surja alguma alteração, fale com seu médico.

• Mantenha a coluna reta ao andar e sentar.

Suas costas merecem especial atenção. Ao levantar, apóie-se, transferindo o peso do corpo para os braços e não para a coluna, nem para a barriga. Pratique exercícios adequados.

• Procure descansar.

Durma com os pés da cama ou com ocolchão elevados mais ou menos 20 a 30 centímetros. Se suas pernas e pés incharem, consulte seu médico sobre o uso de meias elásticas. Pratique exercícios adequados para melhorar a circulação.

• Atenção! Controle o aumento de peso, que não deverá ultrapassar 12 quilos no final da gestação.

No início, o mais comum é perder peso ou ganhar muito pouco. Esse controle precisará ser bastante intensificado a partir do quinto ou sexto mês. Cuidado! O aumento exagerado de peso poderá desencadear diabetes, pressão alta, mais dores nas costas e pernas (ciáticas), cansaço, além de aumentar complicações no parto; isto sem falar na dificuldade de voltar a ter uma bela silhueta.
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Sexo diário antes da ovulação pode aumentar chances de engravidar

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Manter relações sexuais diárias ao longo da semana que antecede a ovulação pode aumentar as chances de engravidar. É o que indica um estudo australiano liderado pelo ginecologista e obstetra David Greening e divulgado no 25º Encontro da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia. A explicação para essa possibilidade está no DNA dos espermatozoides. Ao ejacular mais vezes consecutivas, o homem armazena o esperma por menos tempo. Isso reduziria a exposição das células reprodutoras às substâncias que podem danificar seu material genético - os chamados radicais livres. Um dos resultados desse dano é a piora no funcionamento do espermatozoide, que talvez não consiga chegar ao óvulo e fecundá-lo. No estudo, foram avaliados 118 homens cujo esperma possuía acima de 15% de DNA danificado - limite para um sêmen considerado de excelente qualidade. Entre os voluntários, a média de danos no material genético dos espermatozóides foi de 34%. Após eles ejacularem por sete dias seguidos, esse número caiu para 26%. Para Renato Fraietta, urologista do setor de Reprodução Humana da Unifesp, o estudo traz um dado importante: é necessário reduzir os danos ao DNA do espermatozoide, pois isso interfere na fertilidade masculina. Doenças como varicocele e infecções de uretra, obesidade, hábito de fumar e beber, e uso de drogas causam mais danos ao DNA dos espermatozóides, uma vez que levam a um desequilíbrio na quantidade de radicais livres no organismo. Por isso, na opinião de Fraietta, o ideal em casos como esses é tratar o problema que está danificando as células reprodutoras. O especialista acredita, ainda, que a indicação da pesquisa pode até dar certo em alguns casos, mas não deve valer para todos os homens. "Se o sêmen já é de baixa qualidade, ejacular todos os dias pode até ser pior, por diminuir a contagem de espermatozóides. Em homens com esperma normal, não deve haver diferença, pois os danos ao DNA já estarão controlados", aponta Fraietta.
Frequência
O organismo masculino leva de três a quatro dias para repor totalmente o líquido seminal, conforme explica Fraietta. Por isso, um intervalo de dois a três dias entre as relações é tempo suficiente para o homem ter uma boa quantidade de sêmen e de espermatozoides. Ficar muito tempo sem ejacular pode aumentar a quantidade de células reprodutoras, mas diminui sua motilidade (capacidade de alcançar o óvulo e fecundá-lo). Por outro lado, um intervalo de tempo muito menor melhora a qualidade do sêmen, mas pode resultar em uma queda no número de espermatozoides. "Quando se trata de fertilidade, o ideal é procurar um balanço entre quantidade e qualidade", recomenda Fraietta.
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Pré-Eclampsia e Eclampsia (Importante)

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A toxemia gravídica ou doença hipertensiva específica da gravidez compreende um conjunto de problemas que só acontece durante a gravidez, depois da 20ª semana. Ela engloba desde os casos leves de hipertensão arterial e o inchaço no início da gestação até os quadro de pré-eclampsia, eclampsia e síndrome HELLP.

A paciente que com pré-eclampsia desenvolve pressão alta e passa a eliminar proteína na urina. O inchaço pode iniciar nas pernas e chegar a atingir o corpo inteiro.

Na pré-eclampsia, os vasos sanguíneos da mãe se contraem (tornam-se estreitos), diminuindo o suprimento de sangue ao feto, à placenta, aos rins, ao fígado, aos olhos, ao cérebro e a outros órgãos da mulher.

A eclampsia é uma complicação da pré-eclampsia combinada a ataques epiléticos ou coma. O problema pode afetar tanto a mãe quanto o bebê.

A pré-eclampsia e a eclampsia são as principais causas de doença e morte para mães e recém-nascidos. A pré-eclampsia acontece em aproximadamente cinco a oito por cento das mulheres grávidas. A eclampsia acontece em uma a cada 200 mulheres com pré-eclampsia, e é freqüentemente fatal se não é tratada.

Os problemas que aumentam as chances de uma mulher desenvolver toxemia gravídica incluem:
Estar na primeira gravidez
Ser diabética com problemas vasculares
Ter obesidade
Ser portadora de hipertensão arterial crônica
Ter problemas renais
Estar abaixo dos 15 ou acima dos 35 anos de idade
Ter gestações múltiplas (gêmeos, trigêmeos ou mais)
Ser da raça negra
Ser portadora de Lúpus Eritematoso ou outra doença vascular do colágeno
Ter uma história familiar de toxemia gravídica (mãe, irmã, filha, avó, tia, etc)

Quadro Clínico
Pré-eclampsia leve — A mulher com pré-eclampsia leve pode não ter nenhum sintoma, ou pode ter só um leve inchaço das mãos ou dos pés. Entretanto, muitas mulheres grávidas têm algum grau de inchaço sem que isso indique pré-eclampsia.

Pré-eclampsia Grave — Os sintomas podem incluir:

§ Dor de cabeça,
§ Alterações Visuais,
§ Náuseas, vômitos e dor abdominal, normalmente acima do umbigo,
§ Falta de ar,
§ Dor pélvica,
§ Sangramento vaginal,
§ Hematúria (presença de sangue na urina).

Eclampsia — A eclampsia causa ataques epiléticos que se caracterizam por perda de consciência (desmaios) com contrações sem controle dos braços e das pernas; com ou sem liberação de urina ou fezes.

Diagnóstico
O acompanhamento de toda a gravidez por um obstetra em consultas pré-natais é de suma importância, pois a toxemia gravídica tem seu início insidioso e na maior parte das vezes não tem sintomas no começo. O pré-natal é a melhor forma de ter a toxemia gravídica diagnosticada e tratada antes dela tornar-se grave. O obstetra, durante a consulta pré-natal, irá medir a pressão arterial e solicitará um exame de urina para ver se há perda de proteína porque os resultados alterados são os sinais mais precoces e comuns da toxemia gravídica.

Se a mulher têm antecedentes de pressão alta (hipertensão arterial) antes da gravidez o diagnóstico de toxemia pode ser mais difícil de se estabelecer. Uma a cada quatro mulheres com pressão alta desenvolve pré-eclampsia durante a gravidez.

Pré-eclampsia leve — É caracterizada pelo seguinte:

o Pressão diastólica (menor valor) igual ou menor que 100 mmHg,
o Elevação de 30 pontos no valor sistólico da pressão arterial (número superior) ou 15 pontos de elevação no diastólico (número inferior) em sua pressão sanguínea habitual, até mesmo se os valores não superarem 140 x 90 mmHg
o Inchaço ou ganho de peso de mais que um quilo em uma semana ou um ganho de peso súbito. (Inchar na área de tornozelo é considerado normal durante gravidez)
o Presença de proteína na urina, porém não superior a cinco gramas em 24 horas,
o Exame de fundo de olho mostrando a retina borrada, além de evidência de arterioloespasmo.

Pré-eclampsia Grave — Inclui:

Pressão sanguínea diastólica superior a 110 mmHg,
Dor de cabeça ou distúrbios visuais associados à pressão alta,
Proteína na urina superior a cinco gramas por um período de 24 horas,
Baixo volume urinário (oligúria) - inferior a 600 ml em 24 horas,
Dor abdominal ou pélvica,
Inchaço nos pulmões,
Sangramento vaginal,
Sinais da Síndrome "HELLP" - A síndrome HELLP acontece em aproximadamente 10 por cento das pacientes com pré-eclampsia grave e caracteriza-se pelo mal funcionamento do sistema de coagulação do fígado e do sangue. HELLP significa: Hemolysis (hemólise – destruição das células vermelhas do sangue), enzimas do fígado elevadas (Elevated Liver enzymes), e Low Platelets (baixa quantidade de plaquetas - células que ajudam o sangue a se coagular).

Eclampsia — O aparecimento de ataques epiléticos ou coma numa mulher com pré-eclampsia grave define eclampsia. Porém, tais ataques epiléticos podem também acontecer na pré-eclampsia leve. Quase 50 por cento das pacientes com eclampsia têm também a síndrome HELLP. A eclampsia pode aparecer durante o período pós-parto imediato.

Prevenção

Não há nenhum modo de se prevenir a pré-eclampsia.

Se não existem métodos eficazes de prevenção, as complicações da pré-eclampsia e da eclampsia podem ser evitadas. Isto se dá quando se reconhece no pré-natal bem conduzido, as gestantes de risco (primeira gestação, hipertensas crônicas, pré-eclampsia ou eclampsia em outra gravidez, diabéticas com problemas vasculares ou gravidez múltipla). Acredita-se que mulheres que recebem tratamento pré-natal são sete vezes menos prováveis de morrer de com a doença que mulheres que não tomaram este cuidado durante a gravidez. O acompanhamento pré-natal é crucial na prevenção das complicações e mortes de mães e fetos.

Tratamento
O parto é a única forma de tratar a pré-eclampsia e a eclampsia de forma definitiva. O ideal é que se retarde o parto até o feto estar suficientemente desenvolvido para nascer com segurança.

As medidas que envolvem o tratamento incluem:

Pré-Eclampsia Leve
o Retardar o parto até que o bebê esteja maduro o bastante;
o Repouso da mãe na cama com o corpo voltado para o lado esquerdo a maior parte do tempo;
o Controle diário da pressão sanguínea, se possível mais de uma vez ao dia;
o Controle do peso diariamente (valorizar o ganho de peso de 1 Kg por semana como piora);
o Não fazer uso de diuréticos;
o Não tomar remédios para a pressão a menos que a paciente tenha pressão arterial crônica ou que o repouso não diminua os níveis de pressão;
o Dosagem das proteínas na urina a cada três dias;
o Dosar as enzimas hepáticas e a coagulação do sangue pelo menos uma vez por semana;
o Avaliar o crescimento ponderal e a vitalidade do feto semanalmente;
o Hospitalização para tratamento adequado e monitoramento, quando necessário.

Pré-eclampsia Grave
o Induzir o parto assim que for possível (a saúde e o bem-estar da mãe voltarão ao normal assim que o bebê nascer);
o Medicamentos anti-hipertensivos de ação rápida como a Hidralazina (endovenosa) ou Nifedipina (sub-lingual);
o Hospitalização de todas as pacientes com pré-eclampsia grave;
o Uso de anticonvulsivante (Sulfato de magnésio) para diminuir o risco de ataques epiléticos (crises convulsivas);
o Controle da pressão sanguínea com medicamentos até o parto.

Eclampsia
o Controle dos ataques epiléticos com sulfato de magnésio intravenoso;
o Anticonvulsivantes como os Benzodiazepínicos e a Fenil-hidantoína (Hidantal) também podem ser usados;
o Medicamentos hipotensores como a hidralazina e a nifedipina poderão ser usados para corrigir a hipertensão arterial;
o Indução do parto tão logo os ataques epiléticos forem controlados e a pressão sanguínea da mãe se estabilize;
o Antibióticos podem ser recomendados pelo risco de infecção pulmonar e pela possibilidade da paciente ficar inconsciente e respirando por aparelho por longos períodos.

Qual médico procurar?
A paciente deve procurar seu Ginecologista / Obstetra assim que souber que está grávida. Se a paciente desenvolve dor de cabeça grave, inchaço, alterações na visão, dor abdominal ou pélvica, ou outros sintomas de pré-eclampsia, deve-se procurar o pronto-socorro obstétrico imediatamente.

Prognóstico

A pré-eclampsia geralmente atinge o último trimestre de gravidez, mas pode iniciar a partir do 3° mês. Se a doença piora e ameaça a saúde da mãe o parto normalmente é induzido.

Os sintomas da pré-eclampsia regridem em geral de 1 a 2 dias após o parto e a pressão sanguínea volta aos valores normais após 1 a 3 meses. Se a eclampsia se desenvolve, o melhor tratamento para a mãe é a indução do parto.

O tratamento pré-natal pode reduzir drasticamente as complicações e mortes na pré-eclampsia e eclampsia.
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O papel do pai na gravidez

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A importância da participação do pai no pré-natal é indiscutível. Mas muitos “pais frescos” não sabem muito bem o que fazer ou como agir em determinadas situações.
Para estes apresentamos o guia do Pai Fresco:

Contato com o bebê
Acaricie o abdômen da mulher, diga palavras doces para estabelecer uma comunicação física com o feto que está sendo gerado. Todo o seu carinho e afeto com a mãe será transmitido para ele, pois a parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este contato.
Está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da mãe, portanto o diálogo da mãe ou do pai com o futuro bebê é totalmente viável.

Cuidados com a grávidaMuitos pais frescos passam a ter um cuidado exagerado com a mulher grávida, como se a esposa estivesse doente, cercando sua liberdade de movimentação ou expressão.
Procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher (que muitas vezes se sente menos sensual pelo seu estado e mudanças de seu corpo).
O sexo na gravidez está permitido, mas a relação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados ou acrobacias. Isso porque a gestação é instável do início da gravidez até o quarto mês, quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amarelo na produção dos hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a possibilidade de ocorrer o aborto e realmente ele ocorre em vinte por cento das primigestas (primeira gestação) isto significa que, de cada cinco gestantes, uma vem a apresentar aborto.

Paciência
Não é só o caso de correr atrás de desejos inusitados da mulher grávida, o marido deve ter muita paciência e ser participativo. A mulher, quando fica grávida, sofre modificações muito grandes na sua estrutura física, mental, psicológica e social – fica mais insegura, mais agressiva e chora com facilidade.
É fácil entender estes mecanismos e atitudes, pois a mulher é semelhante a toda fêmea prenha que quer defender a sua futura cria (ou, no caso dos ovíparos, o seu ovo). É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil. A agressividade se volta inclusive contra o marido ou os familiares – portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade já precária da gestante.
Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com ela e mostrar a impossibilidade da execução e nunca recusar diretamente o pedido.

A hora “H”É interessante o marido, sempre que possível, acompanhar o trabalho de parto da mulher e, também, estar presente por ocasião do nascimento do bebê, quer seja parto normal, quer seja cesárea, pois, assim, irá valorizar e enaltecer o desempenho e tudo o que a mulher passou no transcorrer da gravidez e da maternidade.
O marido deve, junto com todos os familiares, criar um ambiente calmo, alegre, receptivo e extremamente voltado a todo o apoio e segurança à grávida. Só assim ela terá uma gestação saudável sem percalços.
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A CHEGADA DO SEGUNDO FILHO

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"Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê..."
Planejar o segundo filho costuma ser uma decisão difícil para os pais, talvez seja até mais difícil que o primeiro. Evidentemente é uma decisão que deve ser discutida a dois.
É claro que cada casal pode estar vivendo um momento diferente da vida, portanto existem vantagens e desvantagens que se deve avaliar:-A idade da mãe.
-O momento profissional que ela está vivendo.
-A situação econômica familiar.
-Como está a relação do casal.
Hoje em dia existem duas tendências:
Encomendar logo o segundo.
Esperar mais tempo possível.
Para as duas opções existem os prós e contras:
Cuidar de crianças pequenas é cansativo e eles terão que dividir os pais, o que com certeza , causará ciúmes em ambos.
Se vocês esperam muito tempo para encomendar o segundo, como por exemplo até que o primeiro já esteja no colégio e não precise de tantos cuidados, não compartirão as mesmas brincadeiras, mas a rivalidade será menor.
Os psicólogos dizem que a partir dos cinco anos de idade, as crianças já estão mais preparadas para suportar a chegada de um bebê. Quando o intervalo entre dois filhos é de mais de sete anos, a grande vantagem é que poderão contar com a ajuda do primeiro para criar ao segundo. Mas é evidente que os interesses deles serão diferentes. Muitos pais dizem que “é como criar dois filhos únicos”.
Com respeito à opinião dos médicos, a Organização Mundial da Saúde recomenda que se espere no mínimo dois anos entre uma gravidez e a outra para que o corpo da mulher se recupere totalmente. Não se pode deixar de citar que os bebês de menos de 18 meses precisam de muita atenção, o que exige muito esforço para uma grávida.
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O que fazer enquanto a cegonha não vem

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Decidi não parar minha vida para esperar o bebê, pois quando paramos

a espera se torna mais longa, ansiosa e angustiante!!!!
Mas o que fazer enquanto ele não vem?
Decidi cuidar melhor do meu corpo, da alimentação, do cabelo, da pele, enfim ficar mais bonita, trabalhar minha estima:
I-Comecei o ano fazendo caminhada, pois amo caminhar, é uma terapia para mim...e caminhada além de tudo é benefica para muitas coisas...olha listinha:
1. MAIS AMIGOS
2. AUXILIA NO CONTROLE DO COLESTEROL
3. AUXILIA NO CONTROLE AO DIABETES
4. É BOM PARA O CORAÇÃO!
5. AUXILIA NA PREVENÇÃO À OSTEOPOROSE
6. OSSOS MAIS FORTES
7. MAIS VITALIDADE
8. AUMENTA A EFICIÊNCIA DO SISTEMA IMUNOLÓGICO
9. DIMINUI O ESTRESSE E COMBATE A DEPRESSÃO
10. CAMINHAR EMAGRECE!
Vale também outros tipos de esporte...mas temos que praticar um esporte, seja qual for. A vantagem da caminhada é que é grátis.


II-Cuidando do intestino
Tenho muita dificuldade com meu intestino e consequentemente sofro com a famosa hemorroida, pois uma coisa depende da outra. O intestino certinho evita a inflamação da hemorroida.

Depois de muito sofrer com o intestino preso, aprendi a fazer uso da linhaça. Pesquisei sobre ela e imagina só, são inúmeros os benefícios:
- Rejuvenescedor-
- Baixa de peso-
- Auxilia no combate a anemia-
- Auxilia no combate ao câncer: de mama, de próstata, de colon, de pulmão, etc...-
- Auxiliar no combate à acne.-
- Auxiliar no equilíbrio hormonal, amenizando distúrbios causados pela TPM e menopausa;-
- Auxiliar na diminuição do risco de aterosclerose;-
- Auxiliar no controle Diabete
- da glicemia
O consumo regular de linhaça favorece o controle dos níveis de açúcar no sangue. Esta é uma excelente notícia para os insulina dependentes.-
- Vitalidade Física-- Sistema Digestivo-- Sistema Nervoso-
- Doenças Inflamatórias-
-Retenção de Líquidos-
- Sistema Imunológico-
- Sistema Cardiovascular-
- Funcionamento Intestinal-
- Para o auxílio na redução de colesterol ruim, dos sintomas de TPM, menopausa-
- Para combater a agressividade e a obesidade-
- Condições da Pele e do Cabelo

Uso duas colheres de sopa pela manhã no leite, suco, iorgute, etc. Quando o intestino trava de verdade ai só tomando um colher de azeite de oliva.

III- Cuidando da pele
Minha pele sempre foi linda e admirada por todos. Mas depois que comecei a fazer uso do Anticoncepcional, que tristeza amigas, minha pele manchou. Um tal de melasma . Fui ao dermatologista e comece a fazer uso constante do filtro solar....percebi que esse será meu amigo para todo o sempre...rsrsr.
Mas fui pesquisar sobre o melasma:


O que é melasma?
O melasma é uma manifestação caracterizada por manchas escuras na face. O seu surgimento geralmente está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico.

A doença aparece principalmente nas mulheres, mas também pode acometer os homens. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
A profundidade em que se localiza o pigmento na pele determina o tipo de melasma, que pode ser epidérmico (mais superficial e que responde melhor ao tratamento), dérmico (mais profundo e de tratamento mais difícil) ou misto.

Manifestações clínicas
A doença se caracteriza pelo surgimento de manchas escuras ou acastanhadas na face, principalmente nas regiões malares (maçãs do rosto), na testa, nariz, lábio superior e têmporas. As manchas geralmente tem limites precisos e são irregulares, formando placas que, em seu contorno, apresentam pontilhado pigmentar.


Tratamento
Para evitar o melasma, as mulheres não devem se expor ao sol sem proteção solar durante a gravidez ou uso de anticoncepcionais hormonais (pílula).

O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento. No entanto, o tratamento acelera o seu desaparecimento. Após a melhora, a proteção solar deve ser mantida para evitar o retorno das manchas, que ocorre com bastante frequência.
Para o tratamento do melasma é fundamental o uso de protetores solares potentes sempre que houver exposição da pele ao sol ou mormaço, devendo-se dar preferência aos que contenham filtros físicos, que bloqueiam a passagem da radiação UV, como o dióxido de titânio.
O tratamento é feito com o uso de substâncias despigmentantes, aplicadas na pele. A associação dos despigmentantes com alguns tipos de ácidos geralmente aumenta a eficácia daqueles. Quando o pigmento se localiza mais profundamente, a melhora é mais difícil, exigindo persistência para se obter um bom resultado.
Peelings superficiais podem acelerar o processo facilitando a penetração dos despigmentantes e ajudando a remover o pigmento das camadas superiores da pele. O tratamento deve ser orientado de acordo com cada caso, pelo médico dermatologista.
Minha mancha clareou um pouco. Marquei outra dermatologista para semana que vem...vamos vê o que ela fala!!!!

IV-Cuidando dos cabelos
Tenho cabelos crespos e fazia relaxamento. Depois de uns 15 anos de uso de produtos quimicos decidi parar. Para quem relaxa os cabelos, o relaxamento é como um vicio, a cada 3 meses tem que retocar a raiz. Cabelo quando você relaxar ele cresce rapidinho, mas quando você quer deixar ele crescer para tirar o relaxamento, é muito demorado. Eu já não uso o produto há uns 8 meses, e agora que ele tá ficando virgem novamente. Isso vale para tintura e escovas( Progressiva...e muitas outras). Mas aprendi a usar produtos bons, e caros. Meus cabelos agradecem.
Ia esquecendo, tenho cabelos brancos!!!!Affff. É uma luta com esses cabelos brancos que insistem em aparecer logo na frente e antes da idade. Mulher sofre viu!!!! É tanta coisa que vai aparecendo. Mas fazer o quê?
Recentemente cortei meu cabelo curtinho...meu marido quase caiu pra trás....achou estranho, mas depois do susto gostou muito. Cabelo curto deixa a mulher mais jovem e mais feminina (minha opinião).

Bom amigas...esses são exemplos do que tenho feito para tentar não ficar ansiosa, e que tem funcionado comigo. Mas tá valendo fazer uma viagem a dois, comprar roupas novas (não esqueça de comprar roupas que vc possa aproveitar na gravidez), ir visitar alguém, arrumar a casa, mudar as coisa de lugar (amo), ler um bom livro.... enfim fazer coisas que vc gosta e que amenize a espera.
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Aborto Espontâneo

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Ter a gravidez terminando em aborto pode ser muito triste e penoso. As seguintes informações dirão os sintomas e tratamentos para os diferentes tipos de aborto. Talvez isto ajude a entender se tiver um aborto e é pouco provável que tenha feito algo para causá-lo. Existe uma boa chance de que seja capaz de ter um bebê na próxima vez.

O que é aborto?
Um aborto é o final espontâneo de uma gravidez antes da vigésima semana. O termo médico usado é aborto espontâneo.Mais ou menos 20% de toda gravidez termina em aborto durante as primeiras 16 semanas. Muitos ocorrem dentro de 10 semanas. Algumas mulheres abortam mesmo antes de saber que estão grávidas; um atraso na menstruação pode ser o único sintoma.

Como isto ocorre?
Muitas vezes é difícil saber exatamente a causa do aborto. Contudo, a maior parte dos abortos ocorrem quando os cromossomos do espermatozóide encontram com os cromossomos do óvulo. Muitas vezes o bebê (também chamado de feto) não se desenvolve por completo, ou desenvolver-se de maneira anormal. Em casos como estes, o aborto é a maneira que o corpo termina a gravidez que não está se desenvolvendo normalmente.Outras causas possíveis de aborto incluem infecção do útero, diabetes sem controle, alterações hormonais, e problemas no útero. Excesso de cigarro, álcool e drogas ilegais como a cocaína também causam o aborto principalmente no início da gravidez quando os principais órgãos do bebê estão se desenvolvendo.Um cérvix (parte baixa do útero) incapaz algumas vezes causa um aborto. Durante o trabalho de parto o cérvix dá abertura para permitir que o bebê saia do útero e passe através da vagina. O cérvix que começa a aumentar a abertura muito cedo pode resultar em abortamento. Muitas vezes, se o problema é descoberto cedo, pode ser tratado e para a gravidez continue.Uma queda da mãe raramente causa aborto pois o bebê está muito bem protegido dentro do útero. Complementando, não há nenhuma evidência que estresse emocional ou físico ou atividade sexual possam causar aborto numa gravidez normal.

Quais são os sintomas?
Os possíveis sintomas incluem:- Sangramento da vagina. A quantidade de sangue pode variar de algumas gotas de sangue a sangramento intenso. O sangramento pode começar sem nenhum aviso ou pode apresentar um corrimento escuro primeiramente.- Dor como cãibra em seu baixo abdômen- Secreção abundante proveniente de sua vagina sem sangue ou dor. Isto pode significar que suas membranas se romperam (sua bolsa d'água estourou).Pode ser percebido algum material sólido passando através de sua vagina. Tente guardar este material para seu médico examinar.É possível que não tenha sangramento ou dor, mas o feto tenha morrido e os sintomas da gravidez já não existam mais.

Como é diagnosticado?
Seu médico pode fazer um exame pélvico para checar o tamanho do seu útero e a condição do cérvix pedindo um ultrasom para ver se a gravidez está fora do útero ao invés de dentro dele. (A gravidez fora do útero é chamada de gravidez ectópica) ou mostrar se o óvulo nunca se desenvolveu em feto.

Qual é o tratamento?
Se você apresentar uma ameaça de aborto, há uma chance de sua gravidez continuar. Haverá uma pequena quantidade de sangramento de sua vagina que muitas vezes é indolor, mas pode ser acompanhado de cãibras. O cérvix permanece fechado e o médico recomendará que permaneça na cama por 1 ou 2 dias. O descanso pode parar o sangramento e promover a continuação da mesma normalmente. Precauções especiais como parar com exercícios, descansar seus pés o máximo possível e evitar o relações sexuais pode ser necessário por várias semanas.Se o sangramento é causado por um cérvix incapaz, este pode ser fechado até a chegada do bebê, sendo também administrados medicamentos para relaxar o útero.O aborto torna-se inevitável se o sangramento e as cãibras continuarem e o cérvix começar a se abrir. Um abortamento inevitável significa que o feto morreu e nada pode ser feito para impedí-lo. O útero expele inteiramente seu conteúdo. Este é chamado de aborto completo.O abortamento é incompleto se somente uma parte do conteúdo for expelido. Uma dilatação e curetagem (D&C) ou procedimento de sucção pode ser exigido para remover o restante do feto e da placenta. Nestes procedimentos o cérvix é aberto e o tecido é cuidadosamente raspado ou succionado.Se o feto morreu mas não teve sangramento, seu médico pode pedir um D&C ou induzir o trabalho para remover o feto e a placenta.

Quais são os riscos associados ao aborto?
Um aborto geralmente não colocará em risco sua saúde a menos que seja incompleto e caso isto ocorra sem ser diagnosticado e tratado, o sangramento pode continuar e o tecido deixado no útero pode infeccionar. A depender do tipo de sangue, o médico pode querer fazer uma imunização preventiva contra problemas que possam ocorrer em gestações futuras.

Quando começar as tentativas de nova gravidez?
Espere para ter relações sexuais de 2 a 4 semanas após o abortamento. Os médicos normalmente recomendam esperar até que tenha passado pelo menos uma menstruação antes de tentar engravidar novamente, portanto é recomendado a utilização de alguns meios anticoncepcionais pelo menos até começar outro período menstrual. Também é importante esperar engravidar até conseguir lidar emocionalmente com a perda.

Como saber qual foi a causa do aborto?
Não se culpe pelo aborto pois é pouco provável que tenha sido causado por algo que tenha feito. Por exemplo, abortos espontâneos não são causados por relações sexuais ou exercícios vigorosos.Mágoa, raiva, e sentimentos de culpa são comuns. Permita-se sofrer com a perda do bebê. Procure apoio dos amigos ou de outras pessoas que já tenham passado pela mesma experiência. É comum ter medo que seu aborto signifique que não será capaz de engravidar novamente. Lembre-se, contudo, que na maioria das mulheres a próxima gravidez é normal.Algumas mulheres têm repetidos abortos. (Uma série de 3 ou mais abortamentos consecutivos é chamado de abortos habituais). Estes abortos podem ser causados por algum desequilíbrio dos hormônios ou outra condição que pode ser tratada. Se teve 3 ou mais abortos, é importante que seja examinada para determinar e tratar a causa.

O que acontece depois de um aborto?
-Sua recuperação levará de 4 a 6 semanas.
- Pode apresentar um ponto sensível e desconforto por alguns dias.
- Se estiver grávida há mais de 13 semanas antes do aborto, pode ainda apresentar sintomas de gravidez e seus seios ainda secretarem leite.
- Exercícios de baixo impacto, como a caminhada ou natação, não irão ferir. Exercite-se mais à medida que sentir-se melhor.
- Normalmente seu médico verificará sua recuperação dentro de algumas semanas através de exames.

Quando procurar ajuda médica?
Se você estiver grávida e tiver sangramento na vagina, com ou sem dor, chame seu médico. Se o sangramento for intenso ou você tiver dor forte, veja o seu médico imediatamente.Se estiver recuperando-se de um aborto, chame seu médico imediatamente se tiver qualquer um destes sintomas:
- sangramento intenso
- febre
- calafrio
- forte dor abdominal
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Trabalho durante a gravidez

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Hoje em dia, a maior parte das mulheres estão inseridas no mercado de trabalho e têm uma carreira profissional a defender. Quando engravidam, questionam-se sobre a influência que a gravidez pode ter na sua atividade profissional, e vice-versa.
Será necessário deixar de trabalhar?
Gravidez e trabalho não são, em regra, incompativeis. Se a mulher tiver uma gravidez normal, e se a sua atividade profissional não comportar riscos para a mãe nem para o feto, não há nada que a impeça de trabalhar.
Contudo, se o trabalho está, de alguma forma, relacionado com metais pesados como o chumbo e o mercúrio, a grávida deve cessar imediatamente a sua atividade pois aqueles podem provocar mal-formações ao bebêse a mulher estiver exposta aos mesmos durante a gravidez.
Por exemplo: as mulheres que exercem funções nos pedágios em estradas com muito movimento, em gasolineiras, oficinas de automóveis ou fábricas de tintas e diluentes, etc, não devem aí trabalhar durante o tempo de gestação, pois podem inalar elevados níveis de chumbo emitidos pelos escapes dos carros, ou por outros produtos tóxicos.
A pessoa que melhor pode aconselhar a grávida sobre estas questões é, como em todas as outras, o seu médico.
Até quando deve trabalhar
É possível, numa gravidez normal, trabalhar até ao final do tempo, e cada vez mais mulheres o fazem, quer por razões econômicas, quer para salvaguardar a sua carreira.
No entanto, nem sempre é assim, variando de acordo com a atividade profissional, e com o próprio estado da mãe e do bebê.
Nos casos em que surgem complicações na gravidez, o médico, muito provavelmente, aconselhará a grávida a parar com a sua atividade profissional. Por exemplo: se a mulher tiver hipertensão arterial, ameaça de aborto, ou outra.
Independentemente de qualquer complicação, alguns médicos recomendam que as grávidas cujo trabalho implica, por exemplo, estar muito tempo de pé, devem parar de trabalhar, pelo menos, duas semanas e meia antes da data prevista para o parto; se tiverem um trabalho de secretária, devem cessar uma semana e meia antes, e aquelas que têm um trabalho fisico mais exigente devem deixar de trabalhar um mês antes do nascimento.
A gravidez vai afetar o trabalho?É natural que a gravidez possa, em algum momento, afetar o desempenho profissional da mulher, pois durante o primeiro trimestre a grávida poderá sofrer de fadiga, enjoos e consequente falta de concentração. O segundo trimestre de gravidez costuma ser menos problemático.
Há, contudo, mulheres que passam muito bem durante todo o tempo de gravidez.
Cuidados a ter no desempenho da atividade profissional
A grávida deve descansar sempre que tiver oportunidade, especialmente se o seu trabalho for particularmente stressante, ou mais pesado.
Se o trabalho exige que a grávida esteja muito tempo em pé, esta deve fazer alguns intervalos, sentar-se e colocar os pés num nível mais elevado. Se, pelo contrário, for um trabalho em que está muito tempo sentada, deve levantar-se e andar um pouco, de duas em duas horas.
Deve usar roupa e sapatos confortáveis, e fazer uma alimentação adequada.
Sempre que a grávida sentir necessidade de ir ao banheiro, deve fazê-lo, uma vez que a retenção forçada de urina durante a gravidez não é benéfica.
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MENOPAUSA PRECOCE

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Cerca de 1 – 3% das mulheres terão sua menopausa antes dos 40 anos. A falência ovariana precoce responde por cerca de 10% das amenorréias e 1% dos casos de infertilidade.
A menopausa precoce é causada por um motivo conhecido que marca o fim das funções reprodutivas femininas. É o que acontece com mulheres portadoras de câncer – que se submeteram ao tratamento quimioterápico ou radioterápico, terapias que prejudicam a fertilidade feminina – e com as que tiveram que remover cirurgicamente os ovários. Tanto a menopausa resultante do processo de extração dos ovários, quanto a que resulta de tratamentos de câncer produzem sintomas intensos de calores e suores, bem como secura vaginal e os demais desconfortos que caracterizam a menopausa porque provocam uma queda brusca na produção hormonal.
Quando a menopausa ocorre antes dos 40 anos, sem uma causa aparente, costuma-se identificar o processo como Falência Ovariana Prematura ou FOP. Os desconfortos da transição hormonal, neste caso, ocorrem gradualmente, como na menopausa natural. Os ciclos menstruais tornam-se irregulares e os demais sintomas e outros distúrbios típicos do desequilíbrio hormonal começam de forma branda e recrudescem, como na fase normal de transição ou perimenopausa.
A FOP pode ter causas genéticas ou ser conseqüência de doenças auto-imunes como a artrite reumatóide, o lupus e o diabetes. As doenças auto-imunes levam o organismo a desenvolver anticorpos que, em alguns casos, afetam o sistema reprodutivo e interferem na produção dos hormônios que regulam a ovulação e as demais funções ovarianas.
As pesquisas médicas vêm revelando que a idade da menopausa tem a ver com a história familiar da paciente. Isto é, as filhas tenderiam a enfrentar o processo por volta da mesma idade que suas mães, irmãs ou avós. Este dado pode indicar a probabilidade da menopausa prematura se repetir, quando faz parte do histórico familiar. Outra razão para a menopausa aparecer mais cedo é a ocorrência de infecção de origem viral durante a gravidez, fato que pode afetar o desenvolvimento dos ovários do feto e levar a menina a nascer com menos óvulos do que o normal e a esgotar seus estoques antes da época naturalmente prevista para a maioria das mulheres.
Defeitos no cromossomo X também podem interferir na produção dos óvulos e antecipar a menopausa em seis ou oito anos. Outros tipos de defeitos cromossômicos podem levar a mulher a menopausa antes dos 20 ou 30 anos. Existem casos de problemas genéticos como a Síndrome de Turner em que a mulher nem chega a desenvolver os ovários e a menstruar.

Diagnóstico e tratamento
A determinação da causa da menopausa prematura é importante para as mulheres que desejam engravidar. O exame físico é útil, seguidos por exames complementares, como o de dosagem hormonal e o ultra-som ovariano. Exames de sangue podem ser realizados para se investigar a presença de anticorpos que acarretam danos às glândulas endócrinas – exemplo de doenças auto-imunes. Para as mulheres com menos de 30 anos de idade, uma análise dos cromossomos é geralmente realizada.
Confirmado o diagnóstico, a regra para tratamento é a Terapia de Reposição Hormonal, a TRH. O uso da TRH é imprescindível nos casos de menopausa de origem cirúrgica ou provocada por quimioterapia, em virtude da intensidade destes sintomas. Além disto, a menopausa precoce é indicação precisa de Terapia de Reposição Hormonal, pois essas mulheres apresentam risco 4 x maior de desenvolver doenças cardíacas e 7 x maior de desenvolver osteoporose.

Chances de engravidarA mulher com menopausa prematura apresenta uma chance inferior a 10% de ser capaz de conceber. Suas chances aumentam em até 50% quando é realizada a implantação de óvulos de uma outra mulher no seu útero – a ovodoação – após eles serem fertilizados em laboratório, com emprego das técnicas de Fertilização In Vitro, FIV.
Antes da implantação, são produzidos ciclos menstruais artificiais na doadora e na receptora através da administração de estrogênio e de progesterona para preparar o endométrio e aumentar as chances de uma gestação bem-sucedida.
Para ser doadora de óvulos, a mulher precisa preencher alguns requisitos básicos. Segundo a Sociedade Americana de Reprodução Assistida, a idade deverá estar compreendida entre 21-34 anos, deve possuir um bom estado psicofísico, histórico negativo para doença de transmissão genética, testes negativos para HIV, sífilis, hepatite B e C e cultura cervical negativa para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis.
Nos Estados Unidos, a doação de gametas pode ter caráter comercial, de modo que a mulher que necessite de ovodoação pode escolher a doadora e remunerá-la pelo procedimento. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina, em resolução de 1992, determina que a doação de óvulos não pode ter caráter lucrativo – assim como a doação de leite materno, sangue, órgãos e tecidos – e deve ser preservado o anonimato da doadora

OS SINAIS FÍSICOS DA MENOPAUSA PREMATURA- Ciclos irregulares, tanto na frequência quanto na duração e na intensidade do fluxo menstrual
- Infertilidade
- Calores e suores noturnos
- Secura vaginal
- Incontinência urinária
- Insônia e outros distúrbios do sono
- Palpitações
- Ganho de Peso, especialmente no abdome
- Dores de cabeça
- Inchaço dos seios e do corpo
- Náuseas e distúrbios gastrointestinais
- Dores musculares e nas juntas
- Queda de cabelo
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10 razões para emagrecer antes de engravidar

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Antes de desfilar o barrigão por aí, é preciso estar em forma para engravidar. E não é questão de estética, mas de saúde: alcançar o peso ideal é tão importante quanto tomar vitaminas ou fazer os exames indicados
1. Mais tempo para ficar grávida
A obesidade pode dificultar a concepção: se ambos os parceiros forem obesos (ou seja, Imc acima de 30), eles demoram mais tempo para engravidar. Em geral, eles têm probabilidade três vezes maior do a de um casal com peso adequado de levar mais de um ano para engravidar, o que os médicos chamam de baixa fertilidade. os casais com sobrepeso (Imc entre 26 e 30) também são afetados: têm uma vez e meia mais possiblidade de ter de esperar por mais tempo. A explicação está no impacto da obesidade sobre os hormônios femininos. Em alguns casos, o excesso de peso pode até mesmo ser conseqüência de algum distúrbio hormonal. Os problemas mais comuns são a síndrome dos ovários policísticos e o hipotireoidismo (quando a glândula tireóide não produz hormônio suficiente), que podem até interromper a ovulação. Já nos homens, a obesidade também atrapalha a fertilidade. Ela influencia a produção de testosterona, o que pode afetar a vitalidade dos espermatozóides e também o desejo sexual, segundo um recente estudo escocês.
 2. Mães gordas, crianças obesas
Gestantes com excesso de peso têm maior probabilidade de dar à luz bebês com peso acima da média. E essas crianças também correm mais risco de se tornar obesas na primeira infância. A relação entre o ganho de peso gestacional e o sobrepeso da criança pode ser de origem genética ou comportamental, já que as crianças acabam herdando os hábitos alimentares da família. Além disso, a quantidade de peso ganho na gravidez também pode interferir no ambiente uterino, influenciando o crescimento fetal, o que reforça a tese de que certos tipos de doenças na vida adulta são programadas durante a gestação.
3. Quanto engordar
Claro que todas as mulheres têm de prestar atenção aos quilos ganhos durante a gravidez, mas quem já estiver com alguns extras antes mesmo de engravidar vai ter de se controlar mais. Não há consenso entre os obstetras sobre quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação; as tabelas seguidas por eles têm indicações variadas. Alguns recomendam entre 9 e 11 quilos, outros de 11 a 15 quilos. Há ainda outra tabela que estima que o ideal é engordar cerca de 15% do total do peso pré-gestacional. E não é só a quantidade de quilos ganhos que conta, mas a saúde, a idade e os hábitos alimentares da gestante.
4. Estou linda?
Por maior que seja a satisfação em estar grávida, nem todas as mulheres se sentem bonitas nesse período. Uma das coisas que mais interferem no visual é o inchaço (ou edema). No rosto, por exemplo, aumenta o tamanho do nariz. Nos pés, dificulta o uso de sapatos e, nas mãos, o de anéis. os edemas aparecem em 75% das gestantes e são mais freqüentes a partir do quinto mês. Não há como evitá-los totalmente, mas estar em forma, com certeza, facilita!
5. Desconforto à vista
O excesso de peso potencializa alguns desconfortos comuns na gravidez, como dificuldade para respirar e andar. Isso porque há um maior esforço cardiovascular para suportar os quilos a mais. o peso do abdômen também causa dores nas costas e nas pernas, aumentando a sensação de cansaço. 6. Parto complicado A média do peso dos bebês de mulheres obesas é maior do que o normal, o que pode aumentar as complicações obstétricas durante o parto e, em conseqüência, a possibilidade de ocorrer uma cesárea. A obesidade também aumenta o risco de morte materna.
7. Recuperação no pós-parto
As mães com sobrepeso ou obesas tendem a ficar mais tempo internadas e requerem mais medicamentos depois do parto. Além do maior número de cesárea nesse grupo, outro motivo seriam complicações, como pressão alta, pré-eclâmpsia e diabetes, que também são mais freqüentes nele.
8. Gravidez de risco
Por causa de todos os itens relacionados até agora, grávidas obesas são consideradas pacientes de risco. Isso quer dizer que vão precisar de cuidados especiais como outras mulheres em condições frágeis (com diabetes, hipertensão e idade avançada, só para citar alguns exemplos). É, sem dúvida, preocupação extra para a família e para o obstetra.
9. Seu corpinho de volta
A conta é simples: se a grávida engordou nove quilos na gestação, mas já estava com três quilos acima do peso ideal, vai ter de perder 12 depois de o bebê nascer. Mas se já estava de bem com a balança... Dois (ou três, quatro, etc.) quilos parecem pouco, mas fazem a maior diferença no pós-parto: os últimos quilos são sempre os mais difíceis de perder. Não é o ponteiro da balança que emperra, mas, quanto mais próximo do peso ideal, o corpo queima menos calorias. Nesse caso, é preciso se exercitar mais, o que nem sempre é possível com um recém-nascido em casa! Mais um motivo para se preocupar com a dieta bem antes da gravidez. Além de voltar mais rápido ao peso, se a mulher não estiver muito gordinha ao engravidar, tem ainda menor risco de desenvolver estrias.
10. A próxima gestação
Para quem tem preguiça só de pensar em fazer dieta e ginástica para voltar ao peso que tinha antes da gravidez, é bom saber que existem mais benefícios do que entrar na antiga calça jeans. Estudo sueco com 150 mil mulheres concluiu que aquelas que não conseguem voltar ao peso ideal após a primeira gestação podem sofrer complicações na gravidez seguinte. A pesquisa, baseada no IMC, concluiu que um ganho de um a dois pontos no índice já traz problemas: aumenta de 20% a 40% o risco de diabetes gestacional, de hipertensão ou de ter um bebê com excesso de peso. Entre mulheres que aumentam mais de três pontos, há 60% a mais de risco de parto prematuro.

OPS-ESTE POST FOI EXTRAÍDO DEBLOG NAVE MÃE
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Ciclo menstrual e ovulação

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A menstruação é uma descamação do endométrio (membrana que reveste a cavidade do útero, em vermelho na figura), acompanhada de saída de sangue. Isto ocorre porque os ovários reduzem muito a secreção de hormônios, e estes, por vários mecanismos, reduzem o estímulo ao endométrio, cujas células morrem e descamam. O primeiro dia do ciclo menstrual é o dia de início da menstruação, não importando quantos dias ela dure.

Ainda enquanto o endométrio descama, o hormônio FSH (folículo estimulante) começa a ser secretado em maior quantidade pela hipófise (glândula situada no cérebro), fazendo com que se desenvolvam os folículos ovarianos (bolsas de líquido que contém os óvulos ou oócitos). Perto do 7º dia do ciclo, o FSH começa a diminuir e, com a falta desse hormônio, alguns folículos param de crescer e morrem. Por isso, em cada ciclo menstrual, de todos aqueles folículos recrutados (que começam a crescer), apenas um (raramente dois) se desenvolve até o fim e vai ovular.
O folículo começa a crescer mais ou menos a partir do sétimo dia do ciclo. Durante seu crescimento, secreta quantidades cada vez maiores de estradiol, que é um hormônio feminino.

Este hormônio produz as seguintes alterações na mulher:
estimula o crescimento do endométrio: depois da menstruação, o endométrio é muito fino. Conforme a secreção de estradiol vai aumentando, começa a se tornar espesso e se preparar para a implantação do embrião.
estimula a secreção de muco pelo canal cervical: quanto mais estradiol é secretado, mais o muco tende a ficar receptivo ao espermatozóide.

Quando a quantidade de estradiol no sangue é máxima, o endométrio atinge também o máximo crescimento e o muco se torna ótimo para ser penetrado pelo espermatozóide. Nessa ocasião, é estimulada a secreção de um hormônio da hipófise: o hormônio luteinizante (LH). O LH aumenta muito depressa no sangue e atinge o máximo (pico de LH). Algumas horas após, ocorre a ovulação. Muito do LH secretado é retirado pelos rins e sai na urina. Por isso, a medida de LH na urina pode ser utilizada para detectar um período muito próximo da ovulação. Em média, a ovulação ocorre no décimo quarto dia do ciclo menstrual (mas pode ocorrer antes ou depois, sem que isso impeça a gravidez).

Estou ovulando? - algumas formas de conhecer o intervalo de dias dentro do qual acontece a ovulação estão descritos abaixo. A precisão e simplicidade de cada um varia, não existindo uma forma de determinar a ovulação com precisão absoluta.
dor no baixo abdomen: dentre as muitas causas de dor, uma delas é a ovulação, especialmente se a dor acontecer mais ou menos 14 dias antes da próxima menstruação.
secreção de muco cervical: é a saída, pela vagina, de uma secreção que parece com clara de ovo. Isto acontece, aproximadamente, entre um dia antes até um dia depois da ovulação.
temperatura do corpo: perto da ovulação, a temperatura do corpo aumenta em até meio grau centígrado. É preciso, então, tirar a temperatura todos os dias (de preferência antes de levantar-se, pela manhã, colocando o termômetro sob a língua), para saber o dia do aumento. Este aumento pode acontecer, aproximadamente, de dois dias antes até dois dias depois da ovulação.
testes de hormônios: existem testes desenvolvidos para detectar, na urina, o aumento do hormônio LH, que precede de mais ou menos um dia a ovulação.

Após a ovulação, o folículo se transforma numa estrutura chamada corpo lúteo, e passa a fabricar, além do estradiol, o hormônio progesterona, que vai terminar o preparo do endométrio para a implantação do embrião. Mais ou menos entre o sexto e o oitavo dias após a ovulação, o nível de progesterona no sangue atinge o máximo, e a medida deste hormônio no sangue, se for baixa, é causa de infertilidade. Ainda não se conhece com toda a precisão o dia da implantação do embrião: parece acontecer de cinco a dez dias após a ovulação. Se não ocorre implantação, então a progesterona e o estradiol param de ser fabricados pelo corpo lúteo, seu nível diminue no sangue e se inicia outra menstruação.

Ps: achei esse calendário da ovulação que me ajudou muito.



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Pílulas anticoncepcionais não causam infertilidade nem dificuldade para engravidar

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Ao contrário do que muita gente pensa, tomar pílula por muitos anos não atrapalha a gravidez. É o que comprova um estudo americano

Quem nunca ouviu falar que a pílula anticoncepcional, se tomada por muitos anos, provoca infertilidade? Pois um estudo divulgado na revista científica Fertility and Sterility, veio comprovar justamente o contrário: os contraceptivos orais não influenciam na fertilidade feminina. Para chegar a essa conclusão, os cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram uma série de pesquisas sobre o tema.
Como diz Valter Banduk, ginecologista do Hospital São Camilo, a crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar logo depois de parar com os contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. Mas isso não é verdade. “Muitas mulheres realmente têm problemas de infertilidade e só vão descobrir nesse momento. Nada a ver com a pílula”, diz.
E, se o problema da infertilidade for descartado, a mulher pode ter, inicialmente, uma certa dificuldade para engravidar. O que é normal e revertido em pouco tempo. Segundo Banduk, depois de parar com a pílula, o corpo da mulher demora alguns meses para ser “desbloqueado”. “O ovário precisa voltar a funcionar, o que pode levar de 1 a 3 meses, em média. É uma reorganização do ciclo menstrual da mulher”, diz.
Para quem sofre de ovário policístico, aliás, tomar contraceptivos orais funciona como um tratamento para estimular a fertilidade. “Nesse caso, o tratamento com as pílulas vai ajudar a mulher a engravidar no futuro. O medicamento preserva a boa condição do ovário, já que este não libera cistos todo mês”, diz Banduk.
Outro comportamento comum - e errôneo - de muitas mulheres é a pausa com a pílula. Muitas acreditam que precisam parar por alguns meses, mas esse é outro equívoco. “Não é necessário ‘descansar’ do tratamento - a não ser que você queira engravidar durante aqueles meses”, diz o ginecologista.
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Sintomas de gravidez antes do atraso menstrual

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Os sintomas de gravidez variam de mulher para mulher, porém existem alguns sinais mais comuns que acompanham o início de uma nova vida. Saiba o que esperar fisica e emocionalmente em sua gravidez.
Se você tem um ciclo regular, e é sexualmente ativa, você pode ficar grávida, mesmo se toma anticoncepcional. Se você desconfia que está grávida, faça um teste de gravidez.
Se o teste de gravidez deu negativo, e você continua com sintomas de gravidez, é uma boa idéia procurar seu médico para conferir os resultados. Continue seguindo as práticas saudáveis, até a consulta médica. “Será que estou grávida?” A prova é o teste de gravidez. Mas se ainda antes do atraso menstrual você desconfia – ou tem esperança – de gravidez, considere estes sintomas iniciais, que podem começar na primeira semana logo após a concepção:
Seios sensíveis e inchados
Mudanças nos seus seios podem ser o primeiro sintoma de gravidez. Duas semanas após a concepção, as mudanças hormonais os tornam sensíveis, latejantes ou doloridos. Podem ter também a sensação de peso ou cheios.
Fadiga
Fadiga está entre os sintomas mais comuns de gravidez antes do atraso menstrual. Durante o início da gravidez, os níveis de progesterona decolam. Em altas doses, a progesterona te coloca para dormir! Ao mesmo tempo, a baixa taxa de açúcar no sangue, a diminuição de sua produção e da pressão ajudam a sugar toda a sua energia.
Suaves cólicas e sangramento
Em algumas mulheres, uma pequena quantidade de sangramento ou borra é um dos sintomas também. Conhecido como sangramento de implantação, acontece quando o óvulo fertilizado se prende ao revestimento do útero. Acontece por volta de 7 a 14 dias da fertilização. Este tipo de sangramento normalmente ocorre um pouco mais cedo do que o dia da menstruação, e é mais escasso e claro do que uma menstruação normal, e não se alonga por muitos dias. Algumas mulheres podem sentir cólicas como se fossem menstruar.
Náusea com ou sem vômitos
Mal estar matinal, e que podem voltar a qualquer hora do dia ou noite, é um dos mais clássicos sintomas de gravidez. Em algumas mulheres, os enjôos já começam com duas semanas depois da concepção.
Aparentemente, a náusea é resultado em parte pelo aumento rápido dos níveis de estrogênio, que faz com que o estômago se esvazie mais rapidamente. Gestantes também ficam com o olfato mais apurado, e alguns odores – como frituras, perfumes ou fumaça de cigarro – podem causar enjôos repentinos no início de uma gravidez.
Aversão ou desejo por alimentos
Quando se está grávida, você pode torcer o nariz para certos alimentos, como café ou frituras. Desejos por alimentos são comuns também. Entre um dos mais famosos sintomas de gravidez. Este sintoma é relacionado às mudanças hormonais – especialmente no primeiro trimestre, quando as mudanças são mais drásticas.
Dores de cabeça
No início da gravidez, as mudanças hormonais causam um aumento da circulação sangüínea, causando algumas dores de cabeça.
Prisão de Ventre
Este também é um sintoma bem comum, causado pelo aumento da progesterona, que faz com que a comida demore mais para percorrer o intestino.
Variações de Humor
A enxurrada de hormônios que invade seu corpo no início de uma gravidez, pode te fazer sentimental e chorona. Estas variações são comuns, especialmente no primeiro trimestre.
Desmaios e vertigens
Como as veias se dilatam e a pressão sanguínea diminui, você pode sentir tonturas. No início da gravidez, desmaios podem ser causados pela baixa de açúcar no sangue.
Temperatura basal elevada
Sua temperatura basal é a temperatura tirada logo ao acordar. Esta temperatura dá um leve salto após a ovulação e permanece alta até a próxima menstruação. Se você acompanha sua temperatura basal para determinar sua ovulação, se ela continuar elevada por mais de duas semanas pode significar que você está grávida.

Será mesmo gravidez? Infelizmente, estes sintomas não são exclusivos de gravidez. Alguns podem indicar que você vai ficar doente, ou até mesmo que a sua menstruação está para vir. De outra forma, você pode estar grávida, mas não irá sentir nenhum destes sintomas.
Além disso, se sua menstruação atrasou ou você está tendo algum destes sintomas, você poderá querer fazer um teste de farmácia – principalmente se você não está acompanhando os dias do seu ciclo, ou se ele varia muito de mês para mês. Se seu teste der positivo, marque uma consulta com seu médico. Quanto mais cedo a gestação for confirmada, mais cedo você poderá fazer o pré-natal.

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Ansiedade a luz da palavra de Deus

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Ansiedade, o estrangulamento emocional

Mateus - 6 - 25 : 25

A palavra ansiedade, na língua grega, significa estrangulamento. A ansiedade nos tira o oxigênio, corta o nosso fôlego e nos asfixia. Ela rouba nossas forças, embaça nossos olhos e tira de nós a perspectiva do futuro. A ansiedade é um mal que atinge a todos, pobres e ricos, doutores e analfabetos, homens e mulheres, adultos e crianças. A pressão da vida moderna, a falta de comunicação no lar, o isolamento das pessoas e a ausência da comunhão com Deus abrem a porta para a ansiedade.

Jesus nos alerta a não vivermos ansiosos com respeito ao dia de amanhã, quanto ao que havemos de comer, beber ou vestir (Mt 6.25). Não administramos o futuro, por isso não podemos sofrer por alguma coisa que ainda está para acontecer. A ansiedade é inútil, pois além de não nos ajudar a resolver o problema amanhã, ela nos enfraquece hoje. A ansiedade é incoerente, pois muitas vezes sofremos hoje por algo que jamais vai acontecer. E se tivermos de enfrentar um problema, a ansiedade nos leva a sofrer duas vezes, pois sofremos antes e quando o problema chega, vamos ter que encará-lo novamente. A ansiedade é um ato de incredulidade. Ficamos ansiosos porque duvidamos que Deus é poderoso e suficiente para cuidar da nossa vida. Onde a ansiedade se instala, a fé não tem mais espaço.

Jesus nos ensina que a criação de Deus é um antídoto contra a ansiedade. Os pássaros não semeiam, não colhem nem ajuntam em celeiros, mas Deus os alimenta. Os lírios do campo se vestem garbosamente e eles não trabalham nem fiam, no entanto nem Salomão em toda a sua glória se vestiu como eles (Mt 6.28,29). O apóstolo Paulo diz que não devemos ficar ansiosos por coisa alguma, antes devemos apresentar a Deus em oração nossas necessidades (Fp 4.6). O apóstolo Pedro diz que devemos lançar sobre o Senhor toda a nossa ansiedade porque ele tem cuidado de nós (1 Pe 5.7).

Davi nos ensina a receita para a cura da ansiedade. Ele diz que devemos nos agradar de Deus, sabendo que ele é poderoso para satisfazer os desejos do nosso coração (Sl 37.4). Temos que ter a coragem de entregar nosso caminho ao Senhor, confiar e descansar nele, sabendo que ele tudo fará por nós (Sl 37.5,7). O mesmo Deus que está na sala de comando do universo também dirige a nossa vida. Nossas crises não o apanham de surpresa. Ele conhece nossas necessidades antes mesmo que as apresentemos a ele. Nós valemos mais que as aves do céu e os lírios do campo. Ele jamais vai desistir de completar sua obra em nós. Se ele nos permite passar por situações difíceis isso não significa ausência de amor nem falta de cuidado, mas ação pedagógica para esculpir em nós o caráter de Cristo. Deus está trabalhando em nós e nos transformando de glória em glória para refletirmos a imagem do seu Filho. Todas as coisas que se nos vêm são trabalhadas pela providência divina para o nosso bem último e maior (Rm 8.28).

Não deixe seu coração ficar prisioneiro da ansiedade. A Bíblia diz que "a ansiedade no coração do homem o abate" (Pv 12.25), mas "o ânimo sereno é a vida do corpo" (Pv 14.30). Diz a Escritura: "O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos" (Pv 17.22). Descanse em Deus. Tire os seus olhos das circunstâncias e ponha-os naquele que está acima e no controle das circunstâncias. Não entre na caverna da depressão, mas diga à sua própria alma: "Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu" (Sl 42.11).

www.ejesus.com.br
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O ÁCIDO FÓLICO

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A importância do ácido fólico
O ácido fólico é uma vitamina do complexo B que, quando ingerida antes da concepção e durante as primeiras semanas de gravidez, ajuda a prevenir algumas deficiências congênitas do cérebro e da medula espinhal chamadas defeitos do tubo neural (DTN). Dado que os DTN se originam durante o primeiro mês de gravidez (geralmente antes de a mulher saber que está grávida), é importante que esta tenha ácido fólico suficiente em seu sistema antes de conceber. É aconselhável que todas as mulheres que estejam em idade fértil ingiram ácido fólico, já que a maioria das gestações não são planejadas.

Por que as mulheres em idade fértil devem tomar ácido fólico?
Os estudos mostram que se todas as mujeres consumissem a quantidade recomendada de ácido fólico antes da concepção e durante os primeiros meses de gravidez, poderiam se evitar até 70% dos defeitos do tubo neural. O tubo neural funciona como o sistema nervoso primitivo do feto. É uma estrutura do embrião precursora do cérebro e da medula espinhal. O fechamento deste tubo é essencial para formar a calota craniana e coluna vertebral do bebê. Isso ocorre entre 22º e 28º dias após a concepção. Quando o processo de fechamento do tubo neural não se desenvolve normalmente e o tubo neural não se fecha completamente, podem ocorrer defeitos no cérebro e na medula espinhal.

Todos os anos nascem aproximadamente 2.500 bebês com defeitos do tubo neural e muitas gestações cujos fetos são afetados por esse tipo de doença acabam em abortos espontâneos ou os bebês já nascem sem vida.

Qual a quantidade recomendada para ingestão de ácido fólico?
Recomenda-se que todas as mulheres em idade fértil consumam diariamente um composto multivitamínico que contenha 0,4 mg de ácido fólico, além de seguir uma dieta saldável. Esta recomendação, validada pelo Instituto de Medicina (Institute of Medicine, IOM), permite assegurar de que uma mulher receba todo o ácido fólico e demais vitaminas de que necessita.

O IOM também recomenda que as mulheres tenham uma dieta rica em folacina ou ácido fólico. A folacin é a forma natural do ácido fólico tal como se encontra nos alimentos. Os feijões e legumes, as laranjas e o suco de laranja, os vegetais com folhas verdes (principalmente os com folhas verde-escuras) contêm folacina.

Alguns produtos derivados de grão, como a farinha de trigo, o arroz, o macarrão, a farinha de milho, pães e cereais, incorporam em sua elaboração o ácido fólico sintético (artificial). Estes alimentos são considerados “fortificados” com ácido fólico.

Algunas mulheres precisam de mais ácido fólico que outras?
Uma mulher pode necessitar de mais ácido fólico durante a gravidez. O IOM recomenda aumentar a ingestão de ácido fólico para 0,6 mg por dia (através de suplementos e alimentos) uma vez confirmada a gravidez. A maioria dos médicos recomenda uma vitamina prenatal que contém pelo menos esta quantidade de ácido fólico. As mulheres não deven ingerir mais de 1 mg de ácido fólico sem recomendação médica.

As mulheres que ja tiveram uma criança com deficiência do tubo neural devem consultar um médico antes de sua gravidez seguinte para que este lhe receite a quantidade adequada de ácido fólico a ingerir. Sabe-se que a ingestão de uma dose diária maior de ácido fólico (4 mg), iniciada pelo menos um mês antes da concepção e durante o primeiro trimestre da gestação reduz o risco de ter outro bebê com problemas em até 70%. As mulheres diabéticas, epilépticas e obesas também têm risco maior de terem um bebê com deficiência congênita.

Como o ácido fólico previne as deficiências congênitas?
Não se conhece muito bem o mecanismo pelo qual o ácido fólico previene as deficiências do tubo neural. Alguns estudos sugerem que o ácido fólico corrija uma deficiência nutricional, enquanto outros consideram que o suplemento de ácido fólico ajuda a compensar erros relacionados com a maneira pela qual o corpo processa os folatos. Alguns estudos, por exemplo, sugerem que entre 5 e 15% das pessoas são portadoras de uma mutação genética que provoca uma insuficiência de ácido fólico, ainda que tenham uma dieta que contenha a quantidade recomendada de ácido fólico natural. Estas pesoas têm problemas para descompor o ácido fólico natural presente nos alimentos e convertê-lo em outras formas que o corpo possa utilizar, o que reduce o nível de ácido fólico no sangue. Vários estudos mostram que estas mutações genéticas são mais comuns em pais de crianças com deficiências congênitas e em pessoas que tenham esse tipo de deficiência.

A maioria das mães de bebês com deficiência congênita não tem esta mutação. Entretanto, a ingestão de ácido fólico incrementa o nível desta vitamina no sangue e pode contribuir para reduzir o risco de que o bebê nasça com este tipo de deficiência congênito quando o bebê ou sua mãe tem estas mutações. Um estudo realizado no ano 2000 também sugere que as mulheres com estas mutações poden ter um maior risco de sofrer problemas relacionados à placenta, como seu desprendimento da parede do útero antes do parto. Este risco poderia ser reduzido com a ingestão de ácido fólico durante toda a gestação. Além de contribuir para a prevenção de certas deficiências congênitas, o ácido fólico cumpre outras funções importantes durante a gestação. As mulheres grávidas precisam de mais ácido fólico para produzir os glóbulos vermelhos adicionais de que necessitam.

O ácido fólico também é fundamental para promover o rápido crescimento da placenta e do feto. Esta vitamina é necessária para produzir DNA novo à medida que as células se multiplicam. Sem as quantidades adequadas de ácido fólico, a capacidade de divisão das células poderia ser prejudicada e impedir o crecimiento normal do feto ou da placenta. Em um estudo se comprovou que as mulheres com insuficiência de ácido fólico teriam maior probabilidade de dar à luz um bebê prematuro e de baixo peso (menos de 2,5 kg). Outro estudo recente também sugere que os baixos níveis de folato poderiam ser um fator de risco de hipertensão relacionada com a gestação.
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Quais são os riscos de uma gravidez depois dos 30?

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A partir dos 30 anos a fertilidade se encontra em um decréscimo pois a libertação do óvulo, que dá origem ao período fértil, é cada vez menos frequente. E quanto mais avançada for a idade mas será o tempo para conseguir conceber.
A partir dos 35, a endometriose – uma doença que se caracteriza pelo crescimento das placas de tecido endometrial, que normalmente só se encontra no revestimento interno uterino (endométrio) fora do útero – também começa a ser mais comum, interferindo na capacidade de engravidar.
Veja aqui uma explicação mais técnica do assunto: A mulher nasce com um estoque fixo de células – cerca de 2 milhões – capazes de se transformarem em óvulos ao longo de seus ciclos de fertilidade, sendo estes liberados mês a mês.
Mês a mês, essa espécie de banco ovariano vai perdendo seus fundos, até que o saldo é zerado completamente, o que se dá por volta dos 45 anos – quando sobrevém a menopausa. Nos dez anos anteriores, porém, o saldo é tão suficiente que os óvulos remanescentes, já envelhecidos, dificilmente dão dividendos.
Depois dos 35 anos, a gravidez fica cada vez mais problemática, mesmo para aquelas com status normal de fertilidade – sem mencionar as que, ainda muito jovens já têm problemas de ovulação.
Após essa idade, a chance de gravidez se reduz dramaticamente, ano a ano, até se tornar meramente acidental, o que impede qualquer planejamento para uma gravidez tardia.

Quais são os riscos que posso enfrentar em uma gravidez mais tardia?
Riscos de malformações congênitas no bebê – sendo a Síndrome de Down um dos casos mais comuns depois desta idade. Até aos 25 anos de idade, 1 em cada 1.250 mulheres pode ter um bebê com Síndrome de Down; aos 35 anos de idade, 1 em cada 400 mulheres pode ter um bebê com Síndrome de Down; aos 40 anos, 1 em cada 100 mulheres; e aos 49 anos, 1 em cada 10. Riscos de aborto – dos 35 aos 39 anos de idade, o risco de aborto é de mais 20% do que na casa dos 20; dos 40 aos 44, o risco de aborto aumenta para 50%.
Complicações na Gravidez – a realidade é que uma mulher com 30 ou nos 40 anos de idade tem maior probabilidade de ter mais complicações com a gravidez do que uma mulher mais nova. Algumas complicações comuns são:- diabetes gestacional- problemas com a placenta- parto prematuro- feto nado-morto (morte de um feto no útero depois das 20 semanas de gestação)- pressão sanguínea elevada .

Como prevenir?
Antes de engravidar peça ao seu médico para fazer um check-up à sua saúde. Deve fazer o teste de imunidade à rubéola e ao sarampo antes de engravidar. Se não for imune deve ser vacinada antes de engravidar. Depois da vacina deve esperar um mês para começar a tentar engravidar.
Comece logo a ter cuidados pré-natais exímios; depois de se aconselhar com o médico peça-lhe para lhe receitar vitaminas pré-natais que incluam 400 microgramas de ácido fólico, começando a tomá-las antes de engravidar e no período inicial da gravidez, para ajudar a evitar defeitos congênitos como a espinha bífida.
Comece a gravidez com um peso saudável: nem muito, nem pouco peso.
Tenha uma alimentação equilibrada e saudável que inclua uma variedade grande de vitaminas e de ácido fólico, incluindo cereais integrais, vegetais de folha verde, leguminosas, laranja e outras frutas ricas em vitaminas.
Não ingira comida mal cozida.
Não ingira peixes ricos em mercúrio como peixe-espada, cavala ou perca. Pode comer atum enlatado (não mais de 100 gramas por semana), salmão, camarão, todos bem cozinhados. Não beba álcool, use drogas ilícitas ou fume.
Cuidado com a toxoplasmose que é transmitida pelo gato.

Percebo que existem 2 coisas fundamentais em nossa vida que não devemos jamais esquecer:
- Cuidar da nossa saúde sempre. Praticar exercícios físicos é fundamental para quem deseja ter um organismo sempre em ordem e buscar na alimentação vitaminas essenciais para o nosso corpo – evitar mesmo o álcool em excesso e não fumar.
- E acima de tudo crer que existe Deus. E que por mais que a ciência está aí, toda por nossa conta, Deus está acima de tudo e de todos ...Ele sabe a hora certa, nada vem antes do tempo Dele...E OS SONHOS DE DEUS NUNCA MORREM E NEM ENVELHECEM.
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UM POUCO DE MIM

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Bom, como muitas mulheres eu me casei um pouquinho mais tarde, aos 32 anos e quis esperar mais um ano para poder engravidar. Aquela historia de curtir o casamento, esperar um pouquinho, o financeiro também não ia muito bem, no final das contas esperei um ano e meio. No decorrer desse ano, tive acompanhamento da minha ginecologista e fiz todos os exames de rotina.
No ano de 2010, já no inicio decidimos de supetão parar o anticoncepcional. Pensei que iria engravidar de cara. Mas ledo engano. No primeiro mês sentia todos os sintomas de gravidez, e fiquei muito, mas muito ansiosa. Mas nada, a mostra veio no dia certinho. É engraçado que a coisa só acontece no improviso mesmo, pois vejo tantas mães que engravidaram sem querer, depois de ter tido uma ou poucas relações sexuais e quando nós queremos, ansiamos, sonhamos em ter um filho as vezes demora!!!!

Quando parei de tomar o anticoncepcional comecei a pesquisar na net sobre esse assunto: gravidez após os 30 anos e pouco encontrei. Decidi então compartilhar através desse blog as respostas que encontrei para as principais dúvidas que tive e que imagino que uma mulher com mais de 30 anos possa ter.
Fiquei sem atualizar o blog por muito tempo. Já no ano de 2013 comecei a ter novas idéias e um novo pique para voltar a escrever. Resolvi mudar o nome do blog, trocar por um mais abrangente, aí então surgiu o APÓS OS TRINTA ANOS. Um espaço para todas as pessoas, em especial a mulher de 30 anos.
Aqui vamos tratar sobre a MULHER DE TRINTA, GRAVIDEZ APÓS OS TRINTA, MÃES DE PRIMEIRA VIAGEM entre outras coisas.
O objetivo principal do blog é compartilhar minhas experiências como uma mulher de quase 40 anos.

Acima de tudo creio que Deus está no controle de tudo.OS SONHOS DE DEUS NÃO MORREM NEM ENVELHECEM.
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