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O papel do pai na gravidez

A importância da participação do pai no pré-natal é indiscutível. Mas muitos “pais frescos” não sabem muito bem o que fazer ou como agir em determinadas situações.
Para estes apresentamos o guia do Pai Fresco:

Contato com o bebê
Acaricie o abdômen da mulher, diga palavras doces para estabelecer uma comunicação física com o feto que está sendo gerado. Todo o seu carinho e afeto com a mãe será transmitido para ele, pois a parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este contato.
Está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da mãe, portanto o diálogo da mãe ou do pai com o futuro bebê é totalmente viável.

Cuidados com a grávidaMuitos pais frescos passam a ter um cuidado exagerado com a mulher grávida, como se a esposa estivesse doente, cercando sua liberdade de movimentação ou expressão.
Procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher (que muitas vezes se sente menos sensual pelo seu estado e mudanças de seu corpo).
O sexo na gravidez está permitido, mas a relação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados ou acrobacias. Isso porque a gestação é instável do início da gravidez até o quarto mês, quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amarelo na produção dos hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a possibilidade de ocorrer o aborto e realmente ele ocorre em vinte por cento das primigestas (primeira gestação) isto significa que, de cada cinco gestantes, uma vem a apresentar aborto.

Paciência
Não é só o caso de correr atrás de desejos inusitados da mulher grávida, o marido deve ter muita paciência e ser participativo. A mulher, quando fica grávida, sofre modificações muito grandes na sua estrutura física, mental, psicológica e social – fica mais insegura, mais agressiva e chora com facilidade.
É fácil entender estes mecanismos e atitudes, pois a mulher é semelhante a toda fêmea prenha que quer defender a sua futura cria (ou, no caso dos ovíparos, o seu ovo). É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil. A agressividade se volta inclusive contra o marido ou os familiares – portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade já precária da gestante.
Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com ela e mostrar a impossibilidade da execução e nunca recusar diretamente o pedido.

A hora “H”É interessante o marido, sempre que possível, acompanhar o trabalho de parto da mulher e, também, estar presente por ocasião do nascimento do bebê, quer seja parto normal, quer seja cesárea, pois, assim, irá valorizar e enaltecer o desempenho e tudo o que a mulher passou no transcorrer da gravidez e da maternidade.
O marido deve, junto com todos os familiares, criar um ambiente calmo, alegre, receptivo e extremamente voltado a todo o apoio e segurança à grávida. Só assim ela terá uma gestação saudável sem percalços.

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