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Alimentação da mãe durante a gravidez II

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A alimentação é um dos fatores que mais influencia o nosso estado de saúde e essa influência começa muito antes do nascimento. Isto significa que a alimentação durante a gravidez é da maior importância não só para a grávida mas também para o futuro bebê. É afinal daí que provêm as matérias primas para a formação do novo ser.
Comer bem não é comer por dois; é sim comer duas vezes melhor.

Como deverá ser distribuído o aumento de peso ao longo da gravidez?

Este aumento de peso é muito discreto nos primeiros meses acentuando-se no último trimestre.
Durante os primeiros 4 meses – cerca de 1,5 - 2 kg
5º e 6º mês – 3 kg
Ú ltimo trimestre – 6 kg

Esta situação reflete o desenvolvimento do bebê que evolui lentamente no início, ganhando depois peso de uma forma muito mais acentuada:
À s 10 semanas pesa cerca de 5 g
À s 30 semanas pesa cerca de 1,5 kg (aumento de 300 vezes!)
À s 40 semanas pesa em média cerca de 3,5 kg

O acréscimo de peso no final da gravidez resulta da soma dos seguintes factores:
Peso do bebê – 3,5 kg (em média)
Placenta, líquido amniótico e outras alterações fisiológicas – 4 kg
Gordura de reserva (destinada à amamentação) – 3,5 kg

Um aumento excessivo de peso não significa necessariamente um bebê maior e pode mesmo trazer inconvenientes para o trabalho de parto e para a própria saúde de ambos, significando ainda uma maior dificuldade de recuperação do peso anterior à gravidez.
Por outro lado, um aumento deficiente de peso pode interferir no normal desenvolvimento do bebê aumentando o risco de prematuridade e de bebês com muito baixo peso.
É importante referir ainda que a gravidez não é uma boa altura para corrigir problemas de peso. Mulheres com excesso de peso não deverão “fazer dieta” para emagrecer durante a gravidez, mas sim controlar aumentos excessivos de peso.

E as necessidades nutricionais...
A grávida tem maiores necessidades de todos os nutrientes, de uma forma geral. Continua a necessitar de nutrientes para si mesma e paralelamente para garantir a formação e o desenvolvimento saudáveis do seu bebê.

A alimentação durante a gravidez deve ser variada, em pequenas frações, ter na sua composição todos os alimentos que constituem a RODA DOS ALIMENTOS.

As vitaminas
O ácido fólico é uma vitamina presente nas folhas verdes, nas carnes, e em especial nos cereais enriquecidos. A sua importância é grande na prevenção de algumas malformações do feto, pelo que deve ser administrado ainda antes da gravidez. É uma das vitaminas cujas necessidades mais aumentam durante este período.

A vitamina C é essencial para o bom aproveitamento do ferro ajudando a prevenir a anemia. Está presente nos frutos, especialmente nos citrinos e no kiwi.

A vitamina D é importante para a absorção e fixação do cálcio nos ossos da grávida e adicionalmente para a formação do esqueleto e dos próprios esboços dentários do bebê. Está presente nos produtos lácteos gordos ou meio gordos ou magros enriquecidos.

A água e a fibra
Por razões diversas a obstipação é muito frequente durante a gravidez. Para a prevenir é essencial uma ingestão adequada de fibra alimentar, presente nos legumes, frutos e cereais pouco refinados.
Simultaneamente é indispensável beber cerca de 2 litros de água por dia. Os sumos de fruta naturais e preparados no momento são também excelentes.

Os minerais
O ferro é um componente dos glóbulos vermelhos do sangue que tem a função de transportar o oxigénio a todas as células e a sua carência resulta em anemia. A grávida tem necessidades acrescidas de ferro uma vez que, para além das suas próprias necessidades está a formar os glóbulos vermelhos do bebê. Para além da ingestão alimentar de ferro presente nomeadamente nas carnes vermelhas, é frequente dar-se como suplemento.

O cálcio é o constituinte mais importante dos ossos e dentes. Para evitar o enfraquecimento dos seus próprios ossos a grávida deve ingerir alimentos ricos neste mineral como é o caso dos lacticínios. Deve no entanto assegurar-se da sua qualidade e de que são pasteurizados, nomeadamente o queijo fresco e o requeijão.

Como compor a alimentação diária?
A alimentação deve (continuar a) ser variada e contemplar alimentos de todos os grupos da Roda dos Alimentos:

Os legumes e a fruta (grupo V) são essenciais pela sua riqueza em vitaminas, fibra alimentar e água e simultaneamente baixo valor calórico. Tenha especial atenção aos legumes crus que devem ser muito bem lavados. Fora de casa pode ser preferível optar pelos legumes cozinhados em vez das saladas, dada o possibilidade de transmissão de algumas doenças.

Os cereais e derivados (grupo IV), são importantes como fonte de energia, glícidos complexos, fibra alimentar, vitaminas e minerais. Neste grupo deve preferir alimentos pouco refinados por serem mais ricos em fibra, vitaminas e minerais, por exemplo o pão de mistura é preferível ao pão branco. Os cereais de pequeno almoço são igualmente uma excelente opção, ricos em fibra, minerais e vitaminas, nomeadamente ácido fólico. Ajudando também ao bom funcionamento intestinal, mantêm uma sensação de saciedade mais duradoura.

Os lacticínios (grupo I) são excelentes fontes de cálcio, proteínas e vitaminas. A grávida deve beber diariamente entre 500 e 750 ml de leite ou equivalentes. O iogurte, para além dos benefícios do leite como a sua riqueza em cálcio e em diversas vitaminas tem a vantagem de ser de digestão muito fácil e ajudar a um bom funcionamento intestinal. Opte por lacticínios meio gordos ou magros mas enriquecidos, nomeadamente em vitaminas.

Queijos: no caso do queijo fresco assegure-se de que é pasteurizado e verifique as condições de higiene em que é vendido. Dos restantes queijos escolha os menos gordos e com menos sal.

As carnes e o peixe (grupo II) são fontes de proteínas por excelência e diversas vitaminas. As carnes são igualmente uma fonte de ferro por excelência. O peixe é rico em gorduras polinsaturadas e em ácidos gordos essenciais, de extrema importância para o desenvolvimento do cérebro da visão do bebé, essencialmente durante o último trimestre de gravidez.

As gorduras são muito importantes mas estão presentes em praticamente todos os restantes alimentos o que justifica as pequenas dimensões do grupo III. A sua qualidade é particularmente importante neste período: as gorduras de origem vegetal como o azeite são boas fontes de ácidos gordos essenciais e de preferência devem ser utilizadas em cru para não perderem as suas qualidades. Para cozinhar o azeite continua a ser a melhor escolha embora deva ser o menos aquecido possível.


O que deve privilegiar?

• Frutas e legumes (muito bem lavados ou cozinhados)
• Cereais (privilegiando os mais ricos em fibra)
• Lacticínios (500 – 750 ml de leite ou equivalentes /dia, por exemplo iogurtes
• Um consumo regular de peixe (idealmente 1 refeição/dia)
• Água (pelo menos 2 litros/dia)
• Refeições regulares (com intervalos de 3 a 3,5 horas)
• Comer devagar mastigando bem os alimentos
• Exercício físico adaptado ( por ex. andar a pé)

O que deve evitar?

• Gorduras, principalmente aquecidas (ex. fritos e refogados)
• Açúcar e doces em geral (reservados para ocasiões especiais)
• Sal e produtos salgados (ex. charcutarias, snacks)
• Álcool, café e outras bebidas estimulantes (evitar os refrigerantes e gaseificadas)
• Carnes mal passadas e legumes crus mal lavados. Eles podem ser fontes de transmissão de doenças
• Intervalos longos entre as refeições

Como evitar a obstipação?
A obstipação (prisão de ventre) é um problema muito comum durante a gravidez, com tendência a agravar-se ao longo deste período. Pelas alterações hormonais próprias da gravidez e pela pressão que o útero em crescimento vai exercendo sobre o intestino é frequente surgir dificuldade no funcionamento intestinal. Para evitar esta situação é importante:
Beber muita água ao longo do dia (2 l)
Consumir diariamente fruta, legumes e cereais ricos em fibra;
Fazer exercício físico regularmente

Como lidar com as naúseas e vómitos?
As naúseas e vómitos são bastantes frequentes no primeiro trimestre de gravidez embora por vezes se prolonguem até mais tarde. Para lidar com este incómodo é conveniente:

• Comer várias vezes ao dia e pouco de cada vez;
• Evitar refeições com muita gordura;
• Beber muita água em pequenas quantidades de cada vez;
• Comer alimentos secos como tostas ou bolachas de água e sal que ajuda a aliviar as naúseas


Tomar medicamentos sem conselho médico é sempre uma atitude de risco mas durante a geavidez há mais alguém a sofrer as consequências. Não tome qualquer medicamento sem consultar o seu médico.

VIDA DIÁRIA: Rodeie-se de um clima de tranquilidade durante toda a gravidez. Evite discussões e procure descansar bastante longe do barulho, escutando música relaxante. Lembre-se que o bebé ouve os sons exteriores a partir dos 5 meses, e proporcionar-lhe esses momentos de harmonia é, sem dúvida, benéfico para ele.

VIDA LABORAL: Outra boa medida para manter o bom ânimo é continuar a fazer a vida normal. Às mulheres trabalhadoras a continuidade da sua vida laboral proporciona-lhes confiança e estabilidade tendo em conta as situações em que o repouso seja indicado pelo médico, ou que o cansaço físico dificultem a sua actividade.

O BEM-ESTAR EMOCIONAL
Não podemos falar da saúde corporal sem referir o equilíbrio emocional. A maternidade é, sem dúvida, umas das experiências mais maravilhosas e enriquecedoras que uma mulher pode viver. Contudo, da mesma forma que aparecem sentimentos de ternura, também surgem receios, temores e até uma certa hostilidade face ao novo estado, que a tornam confusa. Deve recordar-se que todas estas alterações são um reflexo de intensas secreções hormonais, que provocam na grávida uma maior instabilidade emocional. Por outro lado, é normal que uma pessoa adulta se interrogue a si mesma sobre a sua capacidade para assumir a responsabilidade de ser mãe. Tente ultrapassar estas questões, falando com o seu médico e se necessário poderá ter apoio de um Psicólogo: sentir-se-á melhor e o bebé será o primeiro a beneficiar.

Os cereais NESTLÉ FITNESS são preparados à base de trigo integral e arroz, ricos em fibras, vitaminas como o ácido fólico e minerais nomeadamente ferro e cálcio. Constituem uma excelente opção para o pequeno almoço promovendo uma boa saúde e ajudando ao bom funcionamento intestinal.

NESTLÉ FITNESS & FRUITS alia a riqueza dos cereais ao sabor da fruta. Rico em fibras, vitaminas e minerais constitui um pequeno almoço delicioso e de elevado valor nutricional.

Pela sua extraordinária riqueza em fibras NESTLÉ FIBRE 1 é excelente na regularização do funcionamento intestinal e é igualmente enriquecido em vitaminas e minerais.

O gama de iogurtes NESTLÉ Bifidus tem ainda a vantagem adicional de ajudar ao equilíbrio da flora intestinal promovendo graças à acção dos bifidus, à sua riqueza em fibra, sendo ainda enriquecido em cálcio.

O iogurte Longa Vida Natural da NESTLÉ é rico em cálcio, de baixo valor calórico e de fácil digestão constituindo também uma boa opção para ingerir lacticínios.
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Como interpretar o exame de gravidez-Beta HCG

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Gonadotrofina coriônica humana (hCG) é um hormônio de glicoproteína produzido na gravidez que é feito pelo embrião logo após a concepção e mais tarde pelo sinciciotrofoblasto (parte da placenta).
Seu papel é o de impedir a desintegração do corpo lúteo do ovário e progesterona, assim, manter essa produção é crítico para a gravidez em seres humanos. O hCG pode ter funções adicionais, por exemplo, acredita-se que o hCG afeta a tolerância imunológica da gravidez. Testes de gravidez, em geral, são baseados na detecção e medição dos níveis de hCG.
Curiosidade: o hCG também é produzido por alguns tipos de tumores, sendo o hCG um importante marcador tumoral, porém não se sabe se esta produção é um fator que contribui ou um efeito da tumorigênese.

Função do hCG
A gonadotrofina coriônica humana interage com os receptores LHCG e promove a manutenção do corpo lúteo durante oinício da gravidez, fazendo-o secretar o hormônio progesterona. O progesterona enriquece o útero com um espesso revestimento dos vasos sanguíneos e capilares para que ele possa sustentar o crescimento fetal.
Devido a sua alta carga negativa, o hCG pode afastar células imunizarias da mãe, protegendo o feto durante o primeiro trimestre.
Também tem sido hipotetizado que o hCG pode ser um vínculo placentário para o desenvolvimento local da imunotolerância materna. Por exemplo, células endometriais, tratadas com hCG induzem um aumento da apoptose de células T (dissolução das células-T). Também tem sido sugerido que os níveis do hCG estão ligados à severidade do enjôo matinal apresentado pelas mulheres grávidas.
Por causa de sua semelhança com o LH, o hCG também pode ser usado clinicamente para induzir a ovulação nos ovários, bem como produção de testosterona nos testículos. Como a mais abundante fonte biológica são as mulheres grávidas, algumas organizações chegam a coletar urina de mulheres grávidas para extrair hCG para uso no tratamento de fertilidade.
A gonadotrofina coriônica humana também desempenha um papel na diferenciação celular / proliferação e pode ativar a apoptose.

Testes hCG
Níveis de hCG podem ser medidos no sangue ou na urina. Mais comumente, isto é feito com a finalidade de obter um teste de gravidez, destinado a indicar a presença ou ausência de um embrião implantado.
A maioria dos testes emprega um anticorpo monoclonal, que é específico para a subunidade do β-hCG (bHCG). Este procedimento é empregado para garantir que os testes não resultem em falsos positivos confundindo o hCG com FSH ou LH. (Os dois últimos são sempre presente em diferentes níveis no corpo, enquanto que a presença de hCG quase sempre indica a gravidez.).
* O teste hCG de urina pode ser um ensaio imunoenzimático cromatográficos ou qualquer outro formato de testes, caseiros, consultório médico ou de base laboratorial. No início de gravidez, resultados mais precisos podem ser obtidos usando a primeira urina da manhã quando os níveis de hCG são mais elevados. Quando a urina é diluída (densidade específica inferior a 1.015), a concentração de hCG pode não ser representativa da sua concentração no sangue e, o teste pode ser um falso negativo.
* O exame hCG de sangue é feito utilizando 2.4 ml de sangue venoso, é tipicamente uma quimio ou Imunoensaio Fluorimétrico que podem detectar níveis bHCG tão baixos quanto 5 mIU / ml e permite a quantificação da concentração de bHCG. A capacidade de quantificar o nível bHCG é útil no acompanhamento das células germinativas trofoblástica e tumores, cuidados comuns após um aborto, e no diagnóstico e acompanhamento dos cuidados pós-tratamento de gravidez ectópica. A visível falta de um feto em uma ultra-sonografia vaginal após terem alcançado níveis bHCG de 1500 UI / ml é um forte indicativo de gravidez ectópica.
Testes usando os níveis de hCG são também um elemento do triplo teste, um teste de rastreio para certas anomalias cromossômicas fetais / defeitos congênitos.

bHCG - Quando fazer
Quando fazer o exame bHCG é uma das perguntas mais comuns quando não se sabe se está grávida ou não. Vale lembrar que na gravidez inicial, a concentração de bHCG no plasma materno duplica a cada 3 dias. Sendo assim, o exame bHCG de sangue apresenta resultados positivos de 8 a 10 dias após fecundação, pois o ovócito ao ser implantado no útero, imediatamente inicia a produção do hormônio gonadotrofina (bHCG). Para o exame de urina o ideal é fazer 15 dias depois, pois é necessário grande quantidade do hormônio para a identificação positiva e evitar um falso negativo.

bHCG Quantitativo x bHCG Qualitativo
Muita mulheres tem essa dúvida, qual a diferença entre bhcg quantitativo vs bhcg qualitativo? Bom, a única diferença entre os dois é que o quantitativo fornece o resultado em valores, isto é, 100, 5000, 15497 mUI/mL etc. Já o qualitativo fornece o resultado em positivo ou negativo. Simples assim.

Tabela hCG
A tabela hCG mostra a evolução do hCG no sangue a partir do momento que ocorre a implantação. Tenha em mente que cada laboratório pode ter seus próprios valores de referência e você sempre deve consultar a tabela do laboratório. A tabela abaixo é a mais comumente achada.

Gonadotrofina coriônica - Beta HCG

Resultado (mUI/mL) - Situação
Até 49 (mUI/ ml) - Negativo
10 a 100 (mUI/ ml) - Indeterminado
Acima de 100 (mUI/ ml) - Positivo
Mulheres após a menopausa - menos de 9.5

Gonadotrofina coriônica - Beta HCG
SemanasValores (mUI/mL)
1 semana
5 a 50 mUI/mL
1 a 2 semanas
50 a 100
2 a 3 semanas
100 a 5000
3 a 4 semanas
500 a 10.000
4 a 5 semanas
1000 a 50.000
5 a 6 semanas
10.000 a 100.000
6 a 8 semanas
15.000 a 200.000
2 a 3 meses
10.000 a 100.000


OBS: Segundo o Dr. Charles Schwambach

Valores entre 0 e 25: resultado negativo, porém gestantes na primeira ou segunda semana de gravidez podem apresentar valores ainda inferiores a 25, então recomenda-se esperar por mais 10 a 15 dias e se persistir o atraso menstrual repetir o exame.

Valores entre 25 e 100: são considerados positivos ou indeterminados (depende do laboratório), na maioria das vezes são considerados positivos. Na dúvida deve esperar por mais 10 a 15 dias e se o atraso menstrual persistir deve repetir o exame;

Valores acima de 100: resultado positivo.

Fonte: medicoresponde.com.br
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O feto aprende- INTERESSANTÍSSIMO

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Encontrei esse artigo na Revista Superinteressante e achei fantastico....é um pouco grande mas vale a pena:

O filho entende a mãeDesde o começo da gestação, os sentimentos e os humores maternos afetam o filho, que está exposto aos mesmos hormônios que ela. Fetos rejeitados são candidatos sérios a distúrbios de comportamento.

A sala escura onde você ficou trancado é o útero de sua mãe e a batida de tambor é o coração dela. Os borbulhos que você ouviu vêm do intestino materno. As vozes abafadas são as conversas lá fora, que chegaram até você a partir do quarto mês da gravidez, quando seus ouvidos começaram a funcionar. A voz que predomina é a da sua mãe, porque alcança seus ouvidos por dois caminhos diferentes: vinda de fora, propagada pelo ar, e transmitida pelo corpo, direto das cordas vocais dela até você.
“Para a criança, essas coisas não são simples estímulos”, diz a psicóloga Vera Iaconeli, professora da Universidade Paulista (Unip) e especializada em psiquismo fetal. “Aquilo é a vida, é tudo.” Por isso, se a gestação for desagradável, a criança já vai sair do quarto escuro com uma impressão ruim da própria existência. Segundo estudos recentes, filhos indesejados pela mãe têm maior chance de nascer esquizofrênicos ou autistas. As duas doenças têm em comum o fato de se caracterizarem pela fuga do mundo real. São uma forma de se proteger da hostilidade dos outros.

Percepção sensorialMas como é que os filhotes percebem que são indesejados? Telepatia? Não. É que eles estão ligados à mãe pelo cordão umbilical. Se ela fica assustada, libera substâncias que também vão agir neles. Ansiedade, nervosismo e depressão também são transmitidos quimicamente por hormônios. “Toda situação de estresse atinge o feto”, resume a neuropsiquiatra infantil Theodolinda Mestriner Stocche, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto (SP).
Um experimento do obstetra austríaco Gerhardt Reinold na década de 80 comprova o efeito da química materna sobre o filho. Reinold pediu a mulheres grávidas que se deitassem, enquanto examinava o interior de seus úteros pelas imagens de ultra-som. Ele sabia que aquela posição acalmaria os fetos, mas não contou às mães. Daí fez a maldade de dizer a elas que seus filhos, segundo o ultra-som, tinham parado de se mexer. Elas ficavam apavoradas, achando que havia algo errado, e, quase imediatamente, os fetos também se inquietavam no útero, afetados pela adrenalina liberada pela mãe. É claro que nenhum deles saberia identificar o que sentiam como medo, mas não há dúvida de que eles passaram por um susto.

Emoções transmitidasDesconfortos passageiros, como o criado por Reinold, não provocam danos irremediáveis, é claro. Mas quando a gestante passa o tempo todo deprimida por não querer a criança, culpando-a pela guinada do destino que uma gravidez pode representar, aí o feto sentirá o golpe, como se soubesse de tudo. “Ele certamente vai perceber que algo não anda bem e sofrerá”, afirma a neurologista Maria Valeriana Moura Ribeiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo.
Até a década passada, achava-se que só depois dos seis meses de gestação os futuros rebentos seriam sensíveis a esse tipo de estímulo. Afinal, é só no término da gravidez que as áreas do cérebro responsáveis pela memória começam a funcionar. Mas, com a sofisticação da aparelhagem de ultra-som, ocorrida nos últimos cinco anos, foi possível observar com precisão as reações intra-uterinas. Hoje, o obstetra consegue enxergar, com cores e imagens tridimensionais, até o movimento ocular do futuro bebê. Com tantas informações novas, descobriu-se que ele reage aos estímulos hormonais a partir do segundo mês de gestação.
Há quem vá ainda mais longe. O médico Eliezer Berenstein, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, acha que existe memória desde a concepção. “Mesmo antes que haja neurônios, as células devem ter alguma maneira de registrar quimicamente o que lhes aconteceu”, acredita ele. “Assim, ajudariam o embrião a não repetir experiências ruins.”

Ele está escutando tudoDepois do quarto mês, o feto já reage a sons e ao toque e começa a criar o vínculo afetivo profundo com a mãe.

Não são só químicos os estímulos intra-uterinos que podem influir na personalidade de quem vai nascer. A partir do quarto mês, já há vários sentidos desenvolvidos, inclusive a audição. No século passado, os médicos achavam que o útero era uma cápsula acusticamente isolada do mundo. A criança ficaria então protegida de qualquer barulho que prejudicasse o seu desenvolvimento.
Nos anos 70, obstetras colocaram microfones no interior do corpo de gestantes e concluíram que os sons chegavam, sim, até lá dentro, mas que os barulhos internos da mulher eram tão fortes que pareciam abafar qualquer ruído externo, a não ser que o volume fosse muito alto. Hoje se sabe que o inquilino do útero fica bem mais protegido dos ruídos internos do que se imaginava (na verdade, os resultados anteriores tinham sido obtidos com microfones de má qualidade) e se encontra mais exposto aos sons que vêm de fora.

Conversas de carinho
Nos últimos anos, surgiram experiências com hidrofones (microfones que funcionam em meios líquidos). A conclusão foi de que as conversas de fora podem, sim, ser ouvidas, mas atenuadas pela gordura e pelos tecidos da mãe – um grito lá fora soa como um lamento em voz baixa. Os resultados apontaram outra novidade: vozes graves, como a masculina, chegam mais fortes que sons agudos, como a voz feminina.
“Quem sabe, não é um recurso da natureza para habituar a criança também à voz do pai?”, se pergunta Berenstein. “A maioria dos homens não sabe o que fazer durante a gravidez e, com medo de parecerem desajeitados ou ridículos, evitam conversar com o filho em gestação”, constata o obstetra. Ele costuma aconselhar seus pacientes a falar constantemente com o futuro filho, demonstrando carinho. É claro que ele não vai entender o sentido das palavras, mas, assim como um pequerrucho qualquer, percebe e se incomoda quando os pais estão bravos ou tristes e gosta de ser tratado com afeto.
A voz da mãe chega com relativa clareza até os ouvidos do filho. “Ele se habitua a ela”, diz a psicóloga Iaconeli. “Por isso, mesmo um recém-nascido reconhece a fala materna e se acalma com ela, o que prova que a relação foi construída durante a gestação.”

Massagem precoce
Outro sentido bem desenvolvido aos quatro meses é o tato.
“É importante massagear a barriga, tocá-la sempre, fazer o feto sentir que recebe atenção”, explica Berenstein. “Na década passada, achava-se que os bebês de proveta eram mais inteligentes”, conta. “Depois descobrimos o que causava essa impressão: como a gestação deles é assistida mais de perto por motivos médicos, recebem mais estímulos e se desenvolvem melhor.”
O ideal é que toda gestação mereça o mesmo cuidado. O psicólogo francês Jean-Pierre Lecanuet, um dos maiores especialistas mundiais nos sentidos do feto, admitiu à SUPER que “muitas das coisas que estamos descobrindo agora são uma simples confirmação daquilo que alguns pais sempre souberam”. Ou seja, que seus filhos precisam de carinho antes mesmo de vir à luz.

Pré-escola dentro do úteroNos últimos três meses de gravidez, o bebê já percebe muito do que acontece ao seu redor. Alguns pesquisadores acham que ele até começa a apreciar música e a se acostumar com a linguagem.

Quando o bebê chega aos seis meses de gestação, tem boa parte dos sentidos de um adulto. O sistema auditivo está completo, ele já percebe diferenças de claridade, tem tato no corpo inteiro, além de paladar e olfato. Por isso, alguns acontecimentos traumáticos nessa fase podem ficar em sua memória inconsciente. “No final da gestação, o feto é mais esperto do que o recém-nascido”, diz Vera Iaconeli.
É que, boiando no líquido amniótico, ele consegue se mover com mais facilidade do que depois de nascer, quando seus membros lhe parecem pesados demais.

Prazer e aversão“Nessa fase, o bebê suga, chupa o dedo, mexe as pálpebras, soluça, brinca com o cordão umbilical”, enumera Maria Valeriana, da Unicamp. “Às vezes, ele também chora.” Os modernos aparelhos de ultra-som descobriram que, além de tudo isso, ele começa a sorrir quando algo o agrada e demonstra claramente quando sente aversão. Se a mãe come um quitute diferente, com um toque muito amargo, o líquido amniótico fica amargo também e a fisionomia do feto deixa claro que ele não gostou nada da receita exótica.
O ultra-som também revelou, pelo movimento ocular, que o feto sonha. “Ele passa 16 horas por dia dormindo e sonha durante 65% desse tempo”, diz o neurologista Rubens Reimão, especialista em distúrbios do sono. Não se sabe bem com o que ele sonha. Provavelmente, repassa o que passou durante as breves vigílias. “O final da gestação é a época em que se estabelece a maior quantidade de sinapses, as transmissões entre um neurônio e outro”, prossegue Reimão. “E, para que elas se formem, é preciso estímulo. O sonho é um momento de atividade intensa do cérebro, que favorece a criação das sinapses.” É uma etapa fundamental para a inteligência – quanto mais estímulos, melhor.

Ensino aceleradoQuer dizer então que o feto cursa uma espécie de pré-escola na barriga da mãe? Em termos, sim. “Já foi mostrado que o recém-nascido prefere e se acalma com músicas que ouviu durante a gestação”, diz Berenstein. “Acredito que a sensibilidade musical possa começar a se formar dentro do útero.”
Há histórias impressionantes, como a do maestro canadense Boris Brott, que, quando criança, estranhava a facilidade com que aprendia trechos de algumas obras. Comentou isso com a mãe, que era violoncelista, e ela lhe disse que esses trechos eram exatamente aqueles que ela tocava enquanto estava grávida e não voltou a executar depois. Também é possível que a habilidade lingüística comece a ser adquirida na fase final da gestação. As mães que conversam com o feto estariam habituando-o ao ritmo e à musicalidade da língua. “Há relatos de crianças que passaram a gravidez em um país estrangeiro, onde a mãe falava outro idioma, e depois tinham dificuldade em aprender a língua pátria”, conta Maria Valeriana.
Ainda não se sabe o quanto se pode aprender no útero. Mas não há dúvida de que, ao sair da sua salinha escura depois de nove meses, você já nasceu sabendo ser o que é. Ao menos um pouco.

Aos dois mesesO feto percebe o mundo fora do útero.

Os nervos começam a chegar aos pés, mãos e genitais. O bebê vai ter as primeiras sensações táteis e começa a sentir o contato com a mãe.

Há neurônios, mas muitos estão isolados uns dos outros. O bebê não ouve nem vê, mas já sofre com a ansiedade materna.

Aos quatro mesesO cérebro começa a decifrar os sentidos.
Boa parte das células nervosas já está formada e transmite impulsos nervosos, como os produzidos pelo tato e pela audição.

Já há nervos em quase toda a pele. O feto já sente prazer com a massagem de carinho que a mãe faz na própria barriga.

Aos seis mesesQuase todos os sentidos funcionam.

O bebê tem receptores táteis em toda a pele e em grande quantidade. Já chora e quase sorri.

O cérebro recebe impulsos nervosos vindos de todas as partes do corpo, transmitindo todos os tipos de sensações.

Os primeiros estímulos visuais permitem que o feto distinga claro e escuro.

O bebê já sente o gosto e o cheiro do líquido amniótico que o envolve.

A audição está totalmente pronta e as vozes lá fora vão habituá-lo à língua.
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Alimentação na gravidez I

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A gestação é um período mágico e de muita transição. A natureza modifica o corpo e a mente para transformar a mulher em mãe. Isso não é um processo fácil. Após 7 a 10 dias da fecundação o sangue da mãe começa alimentar o filho. E aí vem a grande responsabilidade da gestação, a alimentação. Este é o assunto que eu mais gosto de falar e acompanhar. É o momento de deixar de lado o que gosta de comer para colocar em prática o que é necessário comer. É importante que você, futura mãe, entenda a importância da alimentação nesse período.

O primeiro trimestre é de extrema importância para a formação do bebê. É uma fase de intensa divisão celular. O estado nutricional da mãe antes da gestação é essencial para garantir nutrientes necessários para que essa divisão celular aconteça de maneira adequada. Ou seja, o cuidado com a alimentação tem que começar antes da própria gestação. Uma alimentação saudável e equilibrada antes da gestação é que garantirá o desenvolvimento adequado do feto.No segundo e terceiro trimestre da gestação, o ganho de peso adequado no período gestacional, a ingestão adequada de nutrientes, o controle do fator emocional e o estilo de vida serão determinantes para o desenvolvimento e crescimento normal do feto.

Existem alguns mitos na alimentação das gestantes. Um mito muito forte e ainda presente é a certeza de que a gestante precisa comer por dois. Será que precisa? Não, não tem necessidade de comer por dois e sim consumir nutrientes por dois. Essa idéia de que gestante com cara de “bolacha” e barriga gigante é saudável está totalmente inadequada. O ganho de peso excessivo na gestação está relacionado com o nascimento de bebês muito grandes, diabetes gestacional, aumento da pressão arterial durante a gestação/parto e em alguns casos necessidade de parto cirúrgicos. Isso é saudável? Por isso, sogra e mãe das futuras mamães, calma com a crença da canjica, cerveja preta, canja entre outras.

Mas o que muda na alimentação?No primeiro trimestre não é necessário aumento calórico e sim seguir uma alimentação saudável e rígida. Para garantir os nutrientes necessários nessa fase é necessário respeitar religiosamente os horários das refeições. Cada refeição tem a sua importância em nutrientes. Segue um exemplo de qualidade alimentar, lembrando que as necessidades energéticas e nutricionais são diferentes para cada gestante.
- Café da manhã e lanche da tarde: é necessário ter uma fonte energética como o pão integral ou granola ou aveia. Uma fonte proteica do grupo dos leites e derivados como o leite, iogurte , queijos magros ou leite de soja enriquecido com cálcio e uma fruta.- Almoço e jantar: é necessário ter energia como arroz integral ou macarrão integral ou mandioca cozida ou mandioquinha. Uma fonte proteica vegetal (feijão, lentilha, soja ou grão de bico). Uma fonte proteica animal (carne vermelha, frango, peixe ou ovo). Legumes, vegetais cozido e saladas em torno de 2 a 3 pires por refeição.- Ceia: depende muito da necessidade de cada gestante. Leite e derivados são boas opções.
No segundo e terceiro trimestre é necessário manter rigidez na qualidade alimentar e aumentar as necessidades energéticas, que é individual dependedo de cada gestante, mas esse aumento energético costuma ser em torno de 300 Kcal a mais por dia. Essa energia a mais deve ser introduzida de maneira fracionada para prevenir o aumento de peso e desenvolvimento de doenças como a Diabetes Gestacional. Quando falamos em número, parece que 300 Kcal a mais é muita coisa. Mas atingimos isso rapidinho. Ex: 1 fatia média de bolo de chocolate recheado tem 317 Kcal, 1 pacote de 50 g de bolachas Waffer tem em torno de 248 Kcal e 1 fatia de panetone tem 283 Kcal.

Algumas dicas importantes:
- Em toda a gestação é necessário ter preocupação de consumir os minerais ferro e cálcio na quantidade adequada. As fontes de ferro bem absorvidas e aproveitada pelo organismo são as fontes animais como a carne vermelha. As fontes de ferro vegetal como grãos e vegetais verdes-escuros precisam da vitamina C para serem bem absorvidos. Então sempre tenha uma fruta cítrica junto do almoço e jantar como por exemplo a laranla e o Kiwi. Fontes de cálcio são os leites e derivados, vegetais verdes-escuros, tofú. Mas não deve-se consumir leite e derivados junto do almoço e jantar porque atrapalha a absorção do ferro. Portanto, leite e derivados são bem vindos no café da manhã, lanche da tarde e ceia.
- Consuma 5 pires de vegetais coloridos por dia. Cada cor de vegetal representa um nutriente específico e todos são essenciais na gestação.
- Ingira 3 a 5 porções de frutas por dia fracionadas. Ou seja, uma fruta por refeição.
- Consuma grãos todos os dias. Esse grupo é composto por lentilha, feijão, grão de bico, soja, ervilha. Lembre-se que temos vários tipos de feijão. Assim não tem como enjoar. Use a criatividade! Um dia faça uma salada de grão de bico, no outro dia salada de feijão branco, lentilha cozida, feijão carioca cozido, etc. Lembre-se que não deve-se colocar bacon ou linguiça no preparo desses alimentos.
- Prefira os carboidratos integrais como arroz integral, macarrão integral, aveia, granola, pão integral, biscoito integral.
- Escolha carnes magras como o peito de frango ou carne vermelha de segunda qualidade ou ovo preparado sem adição de óleo.
- Não esqueça de hidratar o seu corpo! Segue a recomendação de 2 litros por dia.
- Evite embutidos, frios, frituras e doces.
Agora, você gestante, não deixe de agendar sua consulta com um Nutricionista. Esse profisisonal irá acompanhar a curva de crescimento do seu bebê e irá orientá-la em relação a alimentação específica para cada mês da gestação. Além disso, você será orientada em relação à amamentação.
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Quando fazer a primeira ultrassom?

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O dia chegou. Marquei a Ultra as 17:45 com uma medica (Dra . Claúdia), quando foi 17:00 liga a secretaria desmarcando pois a Doutora tinha um parto pra fazer, pensei 'não é possivel que esperei esse tanto por nada', mas por fim ela perguntou se podia ser com o Dr. ´Luiz Humberto...hummmm deu na mesma pois meu esposo é anti-medico, tem um ciumezinho!!!! Mas tava com tanta curiosidade pra fazer logo esse exame que aceitei fazer com o medico, e graças a Deus que foi com ele. O médico era super experiente, brincalhão, quebrou o gelo com meu esposo, inclusive os dois ficaram amigos.
Foi uma emoção sem tamanho poder vê e ouvir o coraçãozinho do meu neném. Nem imaginava que um ser tão pequeno (9 mm) poderia já ter um coração e ainda bater mais rapido que o meu. O melhor de tudo é saber que está tudo bem, tudo normal. Deus realmente é perfeito.

Bom existem muitas dúvida quanto ao momento certo para fazer essa primeira ultrassom: fui pesquisar e descobri.

O que pode ser visualizado no exame no primeiro trimestre?
A única boa razão para fazer um ultrasson antes de seis semanas é par descartar uma gravidez ectópica. Se você tem sintomas de uma gestação ectópica, como dores fortes em um só lado do abdomem, um diagnóstico bem cedo é vital. Um ultrassom pode ajudar os médicos a diagnosticar se a gravidez é dentro ou fora do útero. Fora isso, há muito pouco que pode ser visto nesse estágio tão recente. Se você quer uma ultra só pra garantir que tem uma gravidez saudável, tente ser paciente e esperar mais um pouco!
Com cinco semanas (três semanas após a concepção)
O médico poderá ver um pequeno saco gestacional, que parece um buraco preto, porque é cheio de fluído. Ele poderá não ver mais nada, e provavelmente vai te pedir um novo exame em uma ou duas semanas. O diâmetro do saco gestacional é usado para calcular suas datas até que o embrião seja visto.
Com seis semanas (quatro semanas após a concepção)
A vesícula vitelina (que é anexada ao embrião e contém nutrientes que o alimentam enquanto está se desenvolvendo) pode ser vista como um pequeno círculo branco dentro do saco gestacional, e pode-se ver os batimentos cardíacos em cerca de 50% das gestações. Isso quer dizer, obviamente, que os outros 50% não poderão ver os batimentos. Você pode até ficar preocupada se isso acontecer, mas na verdade isso é normal nesse estágio.
Com sete semanas
Um pequeno embrião, com batimentos, pode ser visto geralmente.Com oito semanasO embrião em desenvolvimento mede entre 1 e 2 centímetros e agora pode ser mais facilmente visto na ultrassonografia. Ele vai crescer muito rapidamente, duplicando de tamanho a cada duas semanas.
Com 10 semanas, ele mede 3 cm.
Com 12 semanas, ele mede entre 5 e 6 cm.
Com 13 semanas, ele mede 7 cm.Seu bebê é medido da cabeça ao bumbum – isto é chamado de distância céfalo-coccígea (Crown Rump Length – CRL). O CRL é bem definido no primeiro trimestre, mas depois de 13 semanas, o bebê pode se curvar e esticar, então a medida não é tão confiável. A largura da cabeça (diâmetro biparietal) passa a ser a melhor forma de medir o bebê.
O que mais pode ser visto no primeiro trimestre?
Algumas grandes anormalidades podem ser vistas com 12 semanas, mas é recomendado que seja feito um exame mais detalhado com 20 semanas.A translucência nucal é medida entre 11 e 14 semanas para estimar o risco de Síndrome de Down e outras anormalidades cromossômicas.
E se tiver algo errado?
A maioria das gestações são bem sucedidas e se quando você faz uma ultra, há dúvidas quanto aos resultados, você provavelmente vai ver que tudo está bem quando você voltar e fizer um segundo exame. A espera de uma ou duas semanas vai ser provavelmente um longo tempo e você naturalmente estará preocupada nesse período.Apesar disso, infelizmente abortos são muito comuns e pode ser que num segundo ultrassom as notícias não sejam tão boas. Se você sente dor ou tem sangramento, você pode estar parcialmente preparada, mas ainda assim será um período conturbado para você.Se você não teve nenhum sangramento, a notícia pode ser totalmente inesperada, principalmente porque você poderá ainda sentir-se grávida porque ainda haverá hormônios no seu organismo. Pode ser muito doloroso aceitar o que você estará ouvindo.
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OS MEUS SINTOMAS DE GRAVIDEZ

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Bom, antes de engravidar ficava correndo atrás dos site de gravidas, querendo saber nos minimos detalhes sobre os sintomas, e todo mês ficava analizando cada pequeno sintoma pra saber se estaria gravida ou não.
Quando aconteceu... por incrivel que pareça senti que estava gravida logo depois que 'treinei'. Veio aquele pensamento...dessa vez eu engravidei, e no decorrer do mês não senti praticamente nada, apenas umas fisgadas e pequenas colicas e umas pontadas nos seios, mas nada de seio dolorido ou sensivel, ou enjoo, ou qualquer coisa que me lembrasse está gravida. Há senti também mais vontade de fazer xixi, mas isso não serve de base pra mim, pois no meu normal urino muiiiito.
Os dias foram passando e finalmente veio o atraso...nesse periodo eu ia no banheiro praticamente de 5 em 5 minutos pra vê se a menstruação estava chegando e sempre encontrava a coisa mais limpa. Enfim, praticamente não tive sintomas que identificasse a gravidez antes do atraso. Na verdade só agora sinto que estou gravida já com 6 semanas.
E é engraçado que antes de engravidar sempre tive muito problema de estômago, ficava enjoada a toa, e imaginava que quando engravidasse fosse enjoar muito, mas ledo engano, sinto muiiiita fome e raramente sinto enjoo.
Resumindo os 'sintomas' que tive antes do atraso menstrual foram:
1-Fisgadas iguais as que sentimos quando estamos ovulando;
2-Pequenas colicas não constantes diferente das que sentimos no periodo menstrual;
3-Pontada nos seios, mas nada de inchar ou está sensível;
4-Fome igual quando estamos para menstruar;
5-Vontade de urinar com mais frequência;
6-Uma incrivel certeza que realmente estava grávida....que imagino que seja intuição de mãe.Nunca tinha sentido.
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