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Entendendo a ansiedade

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Sou uma pessoa extremamente ansiosa, daquelas que quando vai haver uma mudança no dia seguinte, não durmo nada na noite anterior. Recentemente tive que procurar ajuda profissional, pois a ansiedade estava me consumindo. Fui 'futricar' na net e encontrei algumas dicas sobre ansiedade que me ajudaram muito.

O QUE É ANSIEDADE E PORQUE FICAMOS ANSIOSOS?
A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central conseqüente a interpretação de uma situação de perigo.
Parente próximo do medo, (muitas vezes onde a diferenciação não é possível).
é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estimulo teria características mais subjetivas.
A ansiedade é o grande sintoma de características psicológicas que mostra a intersecção entre o físico e psíquico, uma vez que tem claros sintomas físicos como taquicardia (batedeira), sudorese, tremores, tensão muscular aumento das secreções (urinárias e fecais) aumento da motilidade intestinal, cefaléia (dor de cabeça). Quando recorrente e intensa também é chamada de Síndrome do Pânico (Crise ansiosa aguda). Toda esta excitação acontece decorrente de uma descarga de um Neurotransmissor chamada Noradrenalina que é produzida nas Supra-renais, Lócus Cerúleos e Núcleo Amigdalóide.

COMO DIMINUIR A ANSIEDADE
Primeiro é preciso entender que a ansiedade é um fato normal quando não é exagerada.
A ansiedade corresponde à excitação do neurônio e a sua necessidade de descarregà-la.
Ela normalmente é desencadeada quando a pessoa entra em contacto com situações novas e desconhecidas ou quando a situação contém alto valor afetivo.
Para poder combate-la o primeiro passo é identifica-la. O corpo fica tenso, existe uma necessidade de se movimentar fisicamente (mexer pés ou mãos e inquietação em geral), a respiração esta mais acelerada e o pensamento fica agitado (muitas idéias passam pela cabeça de forma acelerada).
Algumas vezes a cabeça fica confusa e não se sabe direito o que se quer.
Uma vez identificado este estado deve-se focar na respiração.
A freqüência respiratória precisa ser diminuida. Deve se inspirar lentamente e encher o pulmão em mais ou menos 75%.
Em seguida deve-se expirar e tirar todo o ar do pulmão(inclusive com a ajuda do diafragma),também de forma lenta.
A respiração tem a capacidade de controlar o corpo e a mente.
Este tipo de exercício deve ser feito por pelo menos 10 minutos e deve-se tentar manter a cabeça vazia.
Os pensamentos precisam sair da mente junto com o ar expirado.
Os Yogues já sabem destas coisas há mais de 3000 anos.A ansiedade é desencadeada por preocupações. Uma incerteza que desperta o nosso pessimismo, e a sensação de algo muito ruim vai acontecer.
E que é preciso fazer algo para evitar o pior.
Atingir as nossas metas e objetivos.
Esta é a hora de parar, quanto maior a nossa pressa para atingir o objetivo maior a ansiedade.
Não se pode ter pressa para atingir objetivo.
É como dizem os ditados populares:
"O apressado come cru".
"Devagar se vai ao longe".
É lógico que não devemos abrir mão de nossos objetivos, mas é preciso que ele seja atingido quando possível e necessário no plano do real e não na cabeça, o que nos protege é a nossa ação e não as nossas idéias, portanto as idéias servem para nos orientar e não para nos acelerar.
Esvazie a cabeça quando estiver ansioso e confie que de forma lenta você chegará num ponto de proteção, abra mão mentalmente de sua meta e objetivo por um tempo.
Só até recuperar o equilíbrio.
"Mente acelerada é mente desequilibrada" (Isaac Efraim).
Se depois de cuidar da respiração e de esvaziar a cabeça você não melhorar, vá para os remédios, talvez eles te ajudem mais.

COMO SE LIVRAR DA ANSIEDADE
1- Respire fundo, lenta e compassadamente pelo maior tempo que você for capaz, pois isto ajuda a desacelerar fisiologicamente o cérebro e por conseqüência a mente.
2- Entenda que quando um problema novo se configura a sua frente, a solução não esta na sua mente, não esta no seu pensamento, e sim no fato em si. Quando for possível olhe para o novo, procure entende-lo, aumente as suas informações
e o seu conhecimento sobre ele. Não busque referencias anteriores, pois isto aumentara a sua ansiedade. Se não for possível olhar para o problema (como no exemplo da entrevista) procure não pensar nele, tente distrair a sua mente com outra coisa, brigue com ela para não pensar na entrevista e em suas conseqüências.
3- Aceite a falta de controle, abra mão da prepotência da sua mente e entenda que não somos deuses superpoderosos que tudo podemos controlar. Devemos entregar nossa vidas nas mãos de Deus.
4- Problemas e novidades se resolvem com ação e não com pensamento, é preciso fazer o melhor que esta a nosso alcance, focado, ligado no real. O que esta além do nosso melhor esforço não podemos controlar.
5- Aceitar a possibilidade de perder, não querer ganhar a qualquer custo, pois isto acelera a mente e aumenta e muito a chance de derrota.
6- Aceite conviver com a insegurança quando ela surgir a sua frente, não queira se livrar dela, não tenha pressa. Quanto mais você aceitar conviver com a insegurança, mais calmamente ela ira embora e mais a sua mente e acalmara. Quanto mais você tentar se livrar dela, mais ela se tornara ansiedade.
7- Não se deixar enganar pela mente. Quando ela ficar buzinando internamente que o pior vai acontecer, usar a palavra mágica: " Seja o que Deus quiser..."..."Deus está no controle de tudo.."

Resumindo, mente acelerada é mente desequilibrada, para livrar-nos da ansiedade devemos aprender a escapar e do domínio e desacelerar a nossa mente.

Fonte:http://ansiedade.com.br/

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Casamento depois dos 30 anos

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Se repente você chegou aos 30! Tem uma carreira promissora, vários amigos, mas ainda não encontrou a pessoa ideal, o namorado e futuro marido e a família fica insistentemente no seu pé? Hoje em dia muitas mulheres estão nessa situação. E isso não é motivo de frustração, nem desespero. É uma fase natural, com todas as mudanças que vemos na sociedade.
Segundo a psicóloga e psicanalista Cynthia Boscovich, a crise dos 30 anos é vivenciada por muitas mulheres. Em alguns casos, pode até desencadear quadros de ansiedade e depressão devido às cobranças externas e até mesmo a autocobrança. “As mulheres sentem-se pressionadas em atender a expectativas da sociedade, que intitulou que aos 30 anos elas devem estar casadas, planejando ter filhos e com a carreira construída”, diz. Porém, essa crise, se vivida em equilíbrio, pode ser revertida em muitas conquistas.
O autoconhecimento é fundamental para a mulher por volta dos 30 anos de idade viver sem crises. A Dra. Cynthia comenta que geralmente elas podem sentir algumas frustrações ligadas aos objetivos de suas vidas. “Constituir uma família, comprar uma casa, fazer a viagem dos sonhos e realizar-se profissionalmente são prioridades na vida de muitas. O fato de não conseguir alcançar qualquer um desses planos favorece uma sensação de vazio que pode aumentar com a idade”, ressalta a Dra. Cynthia.
Outro fator essencial para não entrar nessa crise é respeitar o seu tempo em relação às suas decisões de vida. Algumas mulheres não querem de jeito algum abrir mão de sua liberdade para ser estável em um relacionamento, casamento, enquanto outras anseiam se casar por conta de a maioria das pessoas com quem convive já ter casado. Não se desespere e também não se incomode com o paradigma de que é necessário se casar logo. “É importante entrar em contato com o que espera para si mesma. Contudo, é preciso ter cuidado para não exagerar nas exigências e com isso estar fechada até para conhecer alguém que em um primeiro momento possa não ser interessante. Entretanto também, não é preciso se casar com o primeiro que aparecer, é imprescindível esperar pelo momento certo para não cometer nenhum arrependimento depois”, alerta.
Até a vaidade entra na crise dos 30. Nesse momento a mulher passa a ficar ainda mais preocupada com a sua beleza exterior, aparência e procuram se cuidar ainda mais. “É comum nos depararmos com mulheres de 30 anos se comparando com mulheres mais novas. O fato de se comparar com outras mulheres pode estar relacionado a não se aceitarem do jeito que são”, destaca a Dra. Cynthia.
Para que você viva essa fase sem peso na consciência e aproveitando cada momento intensamente, a especialista reuniu algumas dicas. Drible seus 30 anos de idade.
Não se julgue tanto. Algumas mulheres sentem-se culpadas por não terem conseguido alcançar seus objetivos. Pare de se culpar, isso não faz bem para você. Enfrentar e aceitar a sua realidade é a melhor maneira de seguir em frente e recuperar a autoestima.
- O seu maior sonho é se casar? Então não fique parada, vá em busca desse objetivo. Saia com suas amigas, esteja disponível para conhecer pessoas. Mas não vale ficar obcecada.
Defina seus objetivos. Pergunte-se o que você realmente quer para a sua vida neste momento. Avalie suas prioridades e veja se você está no caminho certo.
-Tenha confiança. Os homens não vão mais te olhar com uma “menina”, agora você é uma mulher e isso só conta a seu favor. Aproprie-se das suas qualidades e lembre-se: seja sempre confiante e aproveite os seus 30 anos.

Ops: esse artigo foi tirado de: Bolsa de mulher
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Dedo x chupeta

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A chupeta foi algo que não inclui no enxoval do Levi. Apesar de saber que eu mesma  usei até meus 5 anos, sempre achei horrível aquelas crianças grandonas com chupeta na boca. Quando o filhote nasceu, qual foi o primeiro gasto....a chupeta. A gente paga a língua mesmo...rsrs
De inicio ele não pegou direito, ai juntou a dúvida e resolvi aposentar. Só que ele 'aprendeu" a chupar o dedo, digo aprendeu porque minha cunhada pegava a mãozinha dele e colocava na boquinha, ai ele foi gostando e....para minha tristeza pegou legal!!!! Não vou negar que um bebê chupando o dedinho é muito lindo.
Achava muito lindo e comodo, pois não tinha aquela historia de ficar colocando chupeta na boa de menino o tempo todo, ele mesmo se consolava.
Chegou um momento que fui pensar: como faz pra tirar essa mania de chupar o dedo? Ai lembrei de várias pessoas que chuparam o dedo até depois de grande. E agora? Nesse caso seria bem melhor a chupeta. Bom, a solução foi insistir para ele pegar a chupeta...e deu certo!!! Aprendeu a gostar e simplesmente amava aquela 'pepa'.
Como tirar a chupeta?
Quando o Levi completou um ano e meio já comecei a ensaiar a retirada da chupeta, preocupava-me muito com os dentinhos, tinha medo de estragar.
Primeiro o acostumei a dormir com um paninho de seda, só dormia com a chupeta e pegando no pano. Comecei a tirar durante o dia, dava só na hora dos cochilos e a noite, e como ele sempre gostou muito de brincar, não sentiu muito a falta, aprendeu a usar só na hora do sono.
Quando chegou perto dos dois anos pensei em tirar, mas ainda não sabia como. Tentei falar que o gato tinha pegado, o cachorro, nada disso funcionou. Mas ai ele descobriu o lixo, sempre mandava ele jogar as coisas no lixo e ele amava ir. Como ele começou a rasgar as chupetas...encontrei uma oportunidade para tirar de vez. Um belo dia percebi que as duas chupetas que ele usava estavam todas rasgadas. Comentei com ele que a 'pepa' tava rasgada e o chamei para jogar no lixo... ele foi. Quase morro de rir da cena...ele estendeu a mão e muiiiito relutante jogou a chupeta no lixo...rsrsr. Um belo progresso. A noite foi a prova de fogo, ele pediu e eu o lembrei que ele tinha jogado no lixo...e para nossa surpresa ele dormiu a noite inteirinha sem a chupeta...aleluia. Foi muito mais fácil que eu imaginava. Ele ainda ficou muito tempo meio 'fascinado' por chupetas...não podia ver ninguém com a 'pepa' que os olhos brilhavam. Eu não podia o perder de vista que ele já tava lá roubando as chupetas dos amiguinhos.
Minha conclusão hoje: a chupeta é um acessório indispensável no enxoval do bebê, ajuda a acalmar a criança na saúde e na doença. E para as mães que amamentam uma maneira do pequeno não fazer seu peito de chupeta. 
O que dizem por ai sobre a chupeta e o dedo?

Segundo o site BabyCenter:
Os bebês usam a sucção para se acalmar. O hábito vem desde o útero materno --há até quem consiga ver o filho chupando o dedo durante um ultra-som na gravidez --, e é a forma como muitas crianças lidam com a tensão.
Há muitas vantagem em deixar o bebê chupar o dedo em vez de usar uma chupeta: os dedos estão sempre disponíveis, não caem no chão, não são presos de forma potencialmente perigosa à roupa da criança e estão sempre sob o controle dela.
É um hábito que geralmente vai embora sozinho quando a criança desenvolve outras formas de se confortar, por volta de 4 ou 5 anos, embora muitas delas acabem chupando o dedo à noite ou em situações de mais ansiedade ou estresse por anos a fio.
Se seu filho chora muito e demonstra ser mais "sugador", a chupeta também pode ser uma maneira eficiente de acalmá-lo e de dar um respiro para toda a família. Saiba, contudo, que há uma ligação entre o uso frequente de chupeta e a ocorrência de otites. Acredita-se que a sucção da chupeta eleve a chances de uma infecção migrar da boca para a tuba auditiva (trompa de Eustáquio). Para minimizar os riscos, tente limitar o uso da chupeta, como, por exemplo, só oferecendo-a na hora de dormir.
E é também neste momento que a chupeta é apontada por algumas pesquisas como um fator que ajuda a prevenir a síndrome da morte súbita infantil (SIDS, na sigla em inglês), uma condição ainda inexplicável que leva à morte de bebê menores de 1 ano. Mas não se preocupe se seu filho não gosta de chupeta e não vá forçá-lo a chupar só por causa da possível relação no caso da síndrome.
Se você estiver dando de mamar, é melhor esperar o bebê completar pelo menos 1 mês antes de oferecer a chupeta, já que seu uso cedo demais pode interferir no aleitamento materno.
Alguns especialistas acreditam que a chupeta pode confundir o bebê que mama no peito e dificultar a "pega" correta. Outro problema apontado por quem é contra a chupeta é que o tempo com ela na boca reduziria o tempo que a criança pode passar no peito, comprometendo a produção do leite.
Recomenda-se começar a desacostumar os bebês da chupeta por volta de 1 ano, para evitar problemas com a dentição. Na verdade, chupar o dedo também pode afetar o crescimento e o desenvolvimento dos dentes , mas alguns especialistas acreditam que a chupeta possa, ainda por cima, interferir no desenvolvimento da fala. Não tente acabar com o hábito na marra, porque, até que a criança esteja pronta para isso, as chances de sucesso não são lá muito altas, e vocês dois podem acabar se frustrando.
Se decidir restringir o uso da chupeta, experimente oferecer um "paninho" de tecido macio ou algum brinquedo mais mole para substituir a sensação reconfortante que a criança obtém com ela.

Fonte:http://brasil.babycenter.com/x2400064/chupeta-ou-dedo-o-que-%C3%A9-melhor
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Dispositivo Intra Uterino-DIU

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Uma amiga colocou o DIU e eu fiquei curiosa pra saber mais sobre, pois já não aguentava mais tomar anticoncepcional. Usava o Belara e achava que havia muitas desvantagens, entre elas: engordei, a pele manchou, e o incomodo de todo ter que tomar remédio. Resolvi então conversar com minha medica e tirar as dúvidas. Depois de tudo esclarecido esperamos mais uns 3 meses e resolvemos colocar. Nessa época ainda não tinha menstruado, mas como estava tomando a mini pilula não havia o risco de esta gravida. No dia fiquei com um pouco de medo, mas foi tão rápido que quando comecei a sentir dor ela já tinha terminado. Foi muito tranquilo, tive um pouquinho só de sangramento. Fui alertada que poderia sentir cólicas, mas nem isso senti. Os dois únicos desconfortos do DIU é que a menstruação (lá pelo segundo dia) desce muito, mas nada que um absolvente noturno não resolva, e o outro é que sempre tenho um leve sangramento(de escape) no decorrer do mês,mas segundo os médicos que já perguntei, é normal. Fora isso não sinto nada. Faço acompanhamento de 6 em 6 meses para saber se esta tudo certinho e até agora nunca saiu do lugar. Já são 2 anos com o DIU...pra mim deu certo. Mas não é todo mundo que se dá bem com o DIU, já ouvi muitas pessoas que não gostaram.

Um breve resumo sobre o DIU:
Muitas mulheres utilizam os métodos contraceptivos que são recursos usados tanto por homens quanto por mulheres para evitar uma gravidez indesejada. Hoje existe uma variedade de métodos contraceptivos para todos os gostos, e cada um funciona de uma maneira sendo uns mais seguros que outros. Dentre os métodos contraceptivos estão às camisinhas, pílulas, adesivos, injetável, anel vaginal e o DIU.
Muitas mulheres utilizam o DIU, mas muitas nem sabem o que é. Para tirar suas dúvidas fizemos este artigo com tudo o que você queria saber sobre o DIU.

O que é o DIU e sua função 
O DIU é um pequeno dispositivo Intra-Uterino feito de polietileno recoberto com cobre que é colocado no útero para impedir uma gravidez. O DIU atua impedindo a fecundação e torna a passagem dos espermatozoides mais difíceis pelo trato reprodutivo feminino. O DIU só pode ser colocado por um médico e pode ficar dentro do útero por até 5 anos.
Por isso ele é só recomendado para mulheres que já tenham filhos e não querem mais.

Efeitos colaterais do DIU 
Como nenhum tipo de medicamento é perfeito o DIU também tem seus efeitos colaterais. Os problemas mais frequentes que as mulheres relatam é o aumento das dores menstruais, dores nas costas, dismenorreia que são os sangramentos irregulares nos primeiros meses, aumento dos riscos de infecções, fluxo menstrual em maior quantidade e cólicas com maior intensidade durante a menstruação.

Contra indicações do DIU 
O DIU não pode ser usado por mulheres que tenham menstruação muito abundante ou cólicas fortes, algum tipo de anomalia intra-uterina como miomas ou câncer ginecológico, infecções nas trompas, sangramentos vaginais ou alergia ao cobre e mulheres grávidas. Não é aconselhado para as mulheres que nunca engravidaram.

Tipos e modelos 

DIU com cobre
É feito de plástico, com filamento de cobre enrolado em sua haste vertical. O modelo TCu-380 A tem anéis de cobre em suas hastes horizontais. E são revestidos com 314mm2 de cobre na haste vertical e dois anéis de 33mm2 de cobre em cada haste horizontal; os fios são brancos. Tem a duração recomendada de 10 anos.

DIU que libera hormônio 
É fabricado de plástico e a haste vertical é envolvida por uma cápsula que libera continuamente pequenas quantidades de levonorgestrel. O Sistema Intra-uterino LNG-20 (Mirena) é desse tipo.

DIU inerte ou não medicado
É feito de plástico ou aço inoxidável. A “alça de Lippes”, por exemplo, é toda de plástico. Esse modelo de DIU não se usa na atualidade; entretanto, mulheres que já são usuárias podem continuar usando até 6 meses após a menopausa, quando deverá ser removido.

Há chances de engravidar com o DIU
Nenhum método contraceptivo é 100% seguro e mulheres podem sim engravidar usando-os. Se caso uma mulher engravidar usando o DIU ela pode correr o risco de ter uma gravidez ectópica, ou seja, o óvulo não irá se fixar no útero e sim nas trompas de falópio. Se a gravidez não for detectada as chances de desenvolvimento de infecções pélvicas, perda do bebê ou trabalho de parto precoce são muito maiores, além de colocar a vida do bebê e da mãe em risco.
O importante é conversar com seu médico e tirar todas as sua dúvidas antes de colocar o DIU, e lembre-se o DIU só pode ser colocado por um médico.

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Mãe aos 30 anos: já somos muitas

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Achei muito interessante essa estatística:

Quase 30% dos nascimentos têm 

mães com mais de 30, diz IBGE


O percentual de nascimentos entre a população feminina com mais de 30 anos já representa quase 30% do total, revela pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (30).
Segundo as Estatísticas do Registro Civil 2010, o percentual de registros de nascimentos de mães com 30 anos ou mais subiu de 23,3%, em 2000, para 28,2%, em 2010. No mesmo período, o percentual de registro de mães com idade inferior a 25 anos caiu de 52,5% para 45,9%.
De acordo com o IBGE, o declínio das taxas de fecundidade em todos os segmentos etários e o adiamento da maternidade, em especial no caso de mulheres com maior escolaridade, são elementos que explicam as reduções dos nascimentos, principalmente, entre a população feminina de 15 a 19 anos e 20 a 24 anos de idade.
A faixa etária de mulheres entre 20 e 24 anos ainda é a que concentra o maior percentual de nascimentos. A participação desse grupo, no entanto, caiu de 30,8%, em 2000, para 27,5%, em 2010. No mesmo período, também foi verificada uma redução na proporção de nascimentos entre a população feminina menor de 20 anos, de 21,7% para 18,4%.
Já o percentual de registros de nascimentos de mães com idade entre 30 e 34 anos passou de 14,4%, em 2000, para 17,6%, em 2010. E o de mães entre 35 e 39 anos passou de 6,9% para 8,3% no período.
Sub-registro cai de 21,9% para 6,6% na década
A pesquisa destaca a queda no percentual de sub-registros (nascimentos não registrados até o primeiro trimestre do ano seguinte), de 21,9% em 2000 para 8,2% em 2009, chegando a 6,6% em 2010.
Segundo o levantamento, a quase totalidade dos nascimentos (97,8%) ocorreu em hospitais e apenas 1%, em casa, embora persistam diferenças regionais. Na região Norte, 2,8% dos partos foram realizados no domicílio. Na outra ponta aparece a região Sul, com apenas 0,21% dos partos realizados no domicílio. Entre os estados, as maiores proporções de partos no domicílio ocorreram no Acre (9,6%), Amazonas (7%) e Pará (5,3%).

Fonte:http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/11/quase-30-dos-nascimentos-tem-maes-com-mais-de-30-diz-ibge.html

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Trabalho e maternidade

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Sempre tive o desejo de ser mãe em período integral. 
Desde o momento em que fiquei sabendo da gravidez já comecei a pensar quem ia cuidar do meu filho!!!
Na empresa que eu trabalhava a licença maternidade era só de 4 meses. O plano era deixar o Levi com uma mulher indicada por alguns amigos. Conforme foi chegando o dia o coração foi apertando, eu não conseguia tirar leite suficiente e como ele é alérgico precisava amamenta-lo por pelo menos um ano ou teria que comprar um leite caríssimo.
Quando fomos colocar na ponta da caneta percebemos que não compensaria voltar a trabalhar, ai tomamos a difícil decisão: eu iria sair do trabalho. O marido ficou meio assustado, pois meu salário ajudava bastante, fora o plano de saúde. Sai da empresa. Eu apesar do medo coloquei tudo nas mãos de Deus, pois Ele é quem é o grande supridor.
Cuidar do meu filho durante esse ano foi a melhor coisa que poderia acontecer. Acompanhei ele nas papinhas, no engatinhar, nos primeiros passos, isso não teve preço. Foi um ano em que ele não adoeceu, pois a amamentação funcionou como um remédio para a alergia dele. E milagrosamente Deus supriu abundantemente as nossas necessidades.
Após esse ano maravilhoso, percebemos que havia chegado a hora de voltar a trabalhar. Procurei empregos de meio período, pois queria passar pelo menos a metade do dia com meu filho. Até então não tinha encontrado ninguém para deixar meu pequeno!!!
Mas Graças a Deus encontrei uma pessoa muito abençoada para cuidar do meu príncipe, uma senhora que já cuidava do filho de uma amiga. Exatamente a pessoa que o meu coração sempre desejou que cuidasse do Levi: A Tia Aurea.
Quando comecei a trabalhar, o Levi não teve problema nenhum para adaptar-se, eu é que sofri demais com a separação, mas enfim foi para o bem de todos. Ela cuidou do Levi por mais ou menos um ano.
Quando ele fez dois anos e dois meses conseguimos a vaga na creche. Hoje meu filho tem dois anos e sete meses, já está bem adaptado à creche e eu trabalho de segunda a sexta das 06 as 12 horas. Dá tempo de ir trabalhar, cuidar de casa e ainda curtir meu tesouro.
Na minha opinião meio sonhadora, licença maternidade tinha que ser de um ano. Nesse primeiro ano da criança é fundamental a participação da mãe em período integral. Dos seis aos dezoito meses de vida ,a imunidade costuma baixar e todos os bebês ficam mais suscetíveis a infecções, principalmente aquelas causadas por vírus. A idade ideal para a criança começar a frequentar uma escolinha seria aos dois anos. Nessa idade eles já começam a expressar o que querem e adoecem menos.
Mas entendo que existem muitas mamães que não podem se dar ao luxo de ficar nem um domingo inteiro com seus filhos, pois precisam colocar o pão dentro de casa.

Encontrei essa pesquisa na revista época:
Que mãe está verdadeiramente satisfeita com o tempo dispensado e gasto com os filhos? Levante a 
mão ou faça o primeiro comentário aquela que não carrega um grama de culpa.
Pois bem, para aliviar a barra que nós, mães culpadas, que não levantamos a mão, trabalhamos fora 
e gostamos verdadeiramente de estar com nossos filhos, carregamos, a psicóloga, escritora e mãe
Cecília Troiano, 46 anos, tem uma boa notícia. Crianças se adaptam à realidade, e constroem seu 
ideal de felicidade em torno das próprias experiências. Para as crianças, tanto faz se a mãe trabalha
ou não fora, desde que essa seja uma situação bem resolvida, afirma Cecília, depois de ouvir 500
crianças e jovens, filhos da classe AB paulista. Autora de Vida de Equilibrista: dores e delícias 
da mãe que trabalha, Cecília acaba de lançar seu segundo livro, Aprendiz de equilibrista: Como
ensinar os filhos a conciliar família e carreira, escrito com base nessa pesquisa.

Entrevistei Cecília ontem para o Mulher7x7.
Mulher7x7: Sua pesquisa é a redenção para nossa culpa?
Cecília Troiano: (risos) No sentido de que precisamos perder essa mania de achar que
tudo que acontecesse é porque a gente trabalha. Se a mãe está bem resolvida, com
qualquer situação, os filhos vivem bem com isso. O trabalho não está pautando o
projeto de felicidade dos nossos filhos.


Mães que não trabalham fora dão mais atenção às crianças?

Não. O que eu percebo é que a mãe tempo integral, quando tem hora extra, quer fazer algo por si,
ao passo que a mãe que trabalha usa seu tempo extra para se dedicar aos filhos. Certa vez ouvi de 
um pediatra que ausência de mãe é prejudicial, mas excesso de mãe também intoxica. Não 
se pode abandonar, mas também não dá para cultivar essa ilusão de que eles precisam de nós
tempo integral.
Filho precisa de espaço e entender que a mãe sai e retorna, que a vida é assim, faz parte da educação 
deles.
Tem um dado aparentemente contraditório na resposta dos filhos: vêem com naturalidade a mãe trabalhar, mas reclamam mais presença dela. É dos filhos quererem sempre mais ou
tem aí uma ausência sentida que a mãe não consegue compensar?
Quando perguntei o que eles gostariam de mudar na mãe, apareceu essa demanda de “ficar mais
tempo comigo”, mas, ao mesmo tempo,ganhar mais dinheiro. Os filhos sempre querem o melhor
dos dois mundos. Os filhos maiores, sobretudo, vêem benefícios no fato de a mãe trabalhar. Mas
criança sempre quer mais. Se deixar, vê o mesmo filme dez vezes. Tem um pouco isso, da criança
não se conformar, o que é próprio da criança e não uma expressão da ausência da mãe.
Suas filhas, que são pequenas estão nessa fase, não é? Adolescente também têm demandas,
mas também querem os seus momentos.


Quando a senhora pergunta as justificativas dos filhos para o fato de a mãe trabalhar
fora, aparecem apenas dados materiais:ganha dinheiro, dar vida melhor à família e

comprar coisas para eles. A senhora mesma chama a atenção que, ou é uma história
que precisa ser mais bem contada, ou está todo mundo trabalhando só para pagar contas. 
Como essa pesquisa pegou classes mais abastadas, não parece ser o caso de só pagar

as contas. Isso me chamou a atenção. Não estamos diante de um modelo equivocado 
de valores transmitidos às crianças?

Focar apenas o lado econômico realmente é passar a idéia de que trabalho é só fonte de sacrifício.
A gente passa o modelo errado de conquista e gratificação que o trabalho pode trazer.
Uma psicopedagoga que entrevistei disse que precisamos falar de preço e valor.
Preço é o que eu ganho, o dinheiro. O valor é a realização. 
É possível ter as duas coisas no mesmo lugar.
No item “atividades associadas à mamãe” aparece arrumação da casa, obrigações,
obrigações, e lá pelo sexto lugar “brincar com os filhos”. Com os pais é diferente. 
Esse item aparece mais alto na lista das prioridades. 

Quer dizer que a mulher é a que não para e o papai é o divertido da história?
Parece que, mesmo as mulheres que contam com os maridos, ficam muito no fazer, fazer, 
fazer,enquanto os pais parecem aproveitar mais a curtição. É um recado para a mulher 
abrir mais espaço para o homem assumir certas obrigações e se aproximar mais da brincadeira.
No meu primeiro livro, eu publico a carta de um pai carioca falando justamente disso.
Até porque muita mulher não abre mão desse território de poder: eu faço, eu decido,
aí fica esse círculo vicioso, a mãe faz tudo, e o pai brinca.

A que conclusão a senhora chegou depois de ouvir tantos filhos?
Eles serão melhores equilibristas do que nós. Tendem a buscar mais equilíbrio na vida profissional 
e, possivelmente, irão usufruir de papéis mais bem definidos para homens e mulheres como pais e 
mães de uma família. O trabalho sempre será importante pelo dinheiro que traz, esse é o motor 
da economia, mas também por outros valores que agreguem à nossa vida
E mais: ainda que hoje seu trabalho não lhe traga o prazer sonhado, ou por mais que você trabalhe
apenas para pagar contas, você pode ensinar aos seus filhos que o trabalho deles poderá, sim, 
ser outra fonte de prazer e realização, um desejo legítimo e necessário, do tamanho exato do
sonho de uma criança.
Fonte: mulher7por7
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A cinta pós parto

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Existem opiniões diferentes entre os obstetras sobre o uso da cinta após o parto. Vou então compartilhar minha experiência.
Uma amiga me instruiu a comprar uma boa cinta, mesmo que custasse um pouco mais caro, ela garantiu que valia a pena. A grana tava curta e decidi não comprar e optei por uma mais barata.
Gente do céu...pensa em uma mulher que ficou inchada depois do parto!!!! Parecia que tinha outra criança dentro da minha barriga. Liguei para minha médica desesperada. A primeira coisa que ela perguntou foi se eu estava usando uma cinta e...mandou eu usar. Lembrei da amiga na hora, a cinta que eu havia comprado era a mesma coisa que nada. Lá foi o marido comprar a bendita. Essa ai mesmo (foto): shortinho com colchetes e abertura entre as pernas .
Um alivio, essa foi a sensação que tive ao vestir a cinta, diga-se de passagem, muito difícil de vestir, mas depois que abotoamos todos aqueles colchetes parecia até que tinha feito plastica...rsrsr.
A vendedora disse que precisava usar por 6 meses. Eu usei a cinta por 4 meses, dia e noite, e mandei ajustar 3 vezes. Não vou dizer que foi a cinta que fez meu corpo voltar, mas com certeza ajudou muito. Sem duvida esse é o segredo de melhorar a estima. Após o parto me sentia uma monstra e imaginava que meu corpo nunca mais seria o mesmo. Ainda mais sabendo que depois dos 30 anos nosso metabolismo fica mais lento, o que significa demora para emagrecer. Na verdade o corpo não volta a ser como era antes (pelo menos o meu não voltou) mas em um ano em média melhora muito.
Valeu a pena ter comprado, que aliás, na época custou 150,00 reais. Para mim foi um valor muito bem pago, já que posso aproveitar a cinta para outro pós parto de uma futura gravidez. 
Recentemente indiquei a cinta a uma amiga, ela até comprou mas não conseguiu usar além de que o médico dela não deixou, fiquei com a consciência até pesada, mas fazer o que!!! 
Outra dica...da vovozinha, muito boa para acabar com a barriga, é não comer arroz durante o primeiro mês, eu fiquei sem comer uns 10 dias e vi diferença. 
Conclusão: se a cinta não fosse boa para acabar com a barriga muitas não usariam espartilho para afinar a cintura...sei que não faz bem para a saúde, mas se usado com prudência trás bons resultados.
Ai vai a opinião de uma fisioterapeuta sobre o uso da cinta:

Este é um assunto polêmico, pois existem divergências entre os profissionais da área. Eu sendo uma, trago este post para vocês com a minha opinião.
O corpo humano é maravilhoso, e tem a mais incrível capacidade de todas: A ADAPTAÇÃO.
Na gestação, não há tempo de “parar para pensar”, ela vem com tudo e obriga o corpo à adaptar-se. São nove meses, 40 a 42 semanas com um bebê crescendo dentro do útero, que é originalmente do tamanho de uma pera.
Chega a hora do parto, e aquele espaço todo dentro do abdômen não é mais necessário.
Agora vamos analisar juntos, havia um estímulo interno para que a musculatura abdominal distendesse, alem é claro da camada de gordura e os aspectos hormonais. A cinta faz a função a que se propõe: estímulo de fora para dentro, para onde a musculatura deve voltar.


Outra questão a ser pensada é, quantas mulheres têm suas silhuetas deformadas pelo uso de calças jeans?
Este é um exemplo clássico de que o corpo se adapta.
É importante cuidar dos pontos no caso da cesariana, para que não comprima excessivamente e fique desconfortável.
Alguns profissionais afirmam que a contração voluntária da musculatura é mais eficiente que o uso da cinta. Eu concordo plenamente, mas na prática, quem consegue contrair a musculatura do abdômen voluntariamente por 8 horas?
Incentivo o uso da cinta no pós-parto para as mulheres que atendo na Corelle, e é visível a diferença das que fazem seu uso.

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MÃE DE MENINO

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Extraido de Familia.com.br

Seja um filho ou quatro, não importa. As mães são as principais educadoras dos filhos homens.
É sua chance de fazer esse mundo um local de homens mais educados, sinceros, sensíveis, charmosos e, acima de tudo, fiéis e respeitadores.

Aqui estão 25 regras que mães de garotos precisam incorporar na educação dos futuros reis: 
  1. Ensine-o a dizer como se sente. Meninos muitas vezes podem esconder sentimentos de vergonha ou frustração.
  2. Torça por ele. Isso significa acompanhá-lo em suas conquistas.
  3. Ensine-o a como lavar a roupa. Isso vai ajudá-lo a ser autossuficiente e a dar valor para o trabalho doméstico.
  4. Leia para ele e com ele. Crianças se tornam leitores nos colos das mães.
  5. Encoraje-o a aprender a dançar. Ele vai se divertir.
  6. Tenha certeza que ele tem exemplos de homens dignos. Desde os homens fortes fisicamente como inteligentes, honestos e trabalhadores.
  7. Tenha certeza que ele tem exemplos de mulheres como você. Bonitas, mas inteligentes, discretas, não vulgares e determinadas a fazer o correto.
  8. Ensine-o boas maneiras. Seja dizer obrigado, por favor, com licença.
  9. Apresente-o a Deus, e vice-versa. Ele saberá onde encontrar sua força, diretamente do Alto.
  10. Ensine-o a ser gentil e ter cuidado. Com mulheres, bebês, flores, e os sentimentos alheios.
  11. Deixe-o sujar suas roupas. Deixe-o brincar e ter as aventuras que todo menino gosta.
  12. Jogue bola com ele. Seja futebol, basquete, e todos os outros jogos.
  13. Passeie ao ar livre. Ensine-o a apreciar a natureza.
  14. Coloque-o para fazer um esporte. Ele tem que aprender a ganhar e perder.
  15. Dê o exemplo de compaixão. Ensine-o como ajudar as pessoas.
  16. Lembre-o que a prática leva à perfeição. Nada melhor que ele aprender desde cedo o trabalho duro.
  17. Responda suas perguntas. Cada vez que ele perguntar qualquer coisa.
  18. Tenha sempre um mini kit de primeiros socorros. Com muitos bandaids e gel para dor.
  19. Deixe-o gastar energia. Seja brincando na água, com o cachorro ou desmontando e montando eletrônicos.
  20. Construa um forte. Ou um mini mundo só dele, como uma barraca montada no quarto pra ele poder brincar e ter o seu canto.
  21. Leve-o a conhecer novos lugares. Porque o fará abrir seu coração e mente para novas ideias e novas perguntas.
  22. Beije-o. Desde cedo, assim, quando for adolescente será mais natural.
  23. Deixe que ele lhe ensine as coisas. Quando ele quiser mostrar algo, deixe-o ensinar-lhe. Você pode ficar surpresa pois ele realmente vai ensinar-lhe muitas coisas que você não sabe.
  24. Deixe o pai dele ou padrasto ou um homem da família ensiná-lo coisas. E não interrompa, ele precisa desse contato masculino.
  25. Esteja sempre presente. Sempre que ele precisar, em todas as situações. Faça do seu lar o seu porto seguro.
Lembre-se que você é mãe de um homem e que ele medirá o mundo pelos seus olhos. Ame-o com todas as suas forças. Você verá o bom resultado bem cedo.

Fonte: Familia.com.br
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Formas de fazer seu filho se sentir amado

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Como fazer nossos filhos se sentirem amados? Sinceramente  não sei ,estou aprendendo. Uma coisa que descobri e que funciona é aproveitar os pequenos momentos com qualidade ...mesmo que sejam curtos, pois sei que muitos pais trabalham o dia inteiro e só tem um tempinho a noite. Além disso sempre falar que ama, beijar, abraçar, assistir juntinho aquele desenho ou filme que ele tanto gosta, participar em forma de dialogo, perguntar como foi o dia e  não repreender o tempo todo. Brincar, correr, rolar no chão....dar real atenção para o pequeno. Pode ter certeza que será um tempo muito bem gasto...um tempo que vai evitar que seu filho futuramente use drogas ou até mesmo vá parar numa cadeia. Cada minuto que passamos com nossos filhos é uma poupança que fazemos para o futuro dele.
Esse artigo me ajudou muito:








5 Formas de fazer seus filhos sentirem-se amados

Se você quer que seus filhos sintam-se amados, e assim desenvolverem autoestima, confiança e segurança em si mesmos, você precisa demonstrar e procurar passar um tempo com eles. Você precisa encontrar tempo de conversar e rir com eles, fazendo de cada oportunidadeum momento onde eles se sentirão amados.

Muitos de nós não tivemos exemplos de pais que demonstraram afeição, principalmente física. Um jeito de aumentar a quantidade de afeição física é desenvolver certos rituais. Isso ajuda em momentos diários de afeição.

Algumas ideias:

1. Cumprimentar.
Introduza um bom dia pela manhã e um boa noite com um beijo ou abraço, desde que são pequenos. Não importa quão corrida a rotina seja durante a semana ou se os ânimos estão alterados à noite. Faça questão de que o abraço e o beijo carinhoso paternal e maternal sempre sejam parte da rotina diária. Abraçar seus filhos e sorrir são pequenos gestos que demonstram amor, e eles sentem-se amados.

2. Começar cedo.
Com crianças pequenas é mais fácil e se começarmos cedo, há mais chances de continuarmos com esses pequenos rituais quando crescerem. Mais importante do que comprar presentes caros para compensar a ausência devido ao trabalho e outras obrigações é fazer questão de aproveitar pequenas chances para demonstrar carinho. Algumas ideias para crianças pequenas são:
  • Abraço e beijo pela manhã quando a acordar.
  • Assistir tv deitada no colo.
  • Montar histórias especiais onde a criança é a personagem principal e é amada.
  • Pedir sua ajuda para tarefas da casa a faz sentir-se útil.
  • Brincar com elas.
  • Deite na cama com elas para contar histórias e fique até que durmam.
  • Quebrar as regras de vez em quando, como ficar acordado até mais tarde assistindo um filme apropriado com os pais, ou comer panquecas de jantar.
  • Ser engraçado, cantando, fazendo caretas, montando teatrinhos, ter criatividade para aproveitar o tempo juntos.
3. Usar suas próprias palavras.
Olhe nos olhos. Diga o quanto se orgulha de ações específicas que tenham feito, mas não se concentrem demais em seu próprio orgulho. Diga-lhes que eles devem estar orgulhosos de si mesmos. Isso ajuda os filhos a agirem pelo motivo correto para sentirem-se bem, e não somente para agradarem alguém.

4. Estar presente.
Quando precisarem fazer algo que os deixe inseguros, seja uma apresentação, um jogo, lembre-os que são capazes e que tudo vai dar certo, e que você estará lá para ajudá-los. Respeite o tempo deles, não os force ou apresse. Conte às pessoas importantes aos filhos, como os avós e parentes, sobre as coisas positivas que fizeram.

5. Preste atenção nas pequenas coisas. 
São as pequenas coisas e ações do dia a dia que fazem seus filhos se sentirem amados. Desde chamar-lhes de forma carinhosa, falar com calma, agir com paciência, deixar pequenos bilhetes assinando que os ama. Participar da associação de pais e mestres da escola, voluntariar na classe quando possível, ir a viagens da escola com outros pais e professores. Não importa. Toda e qualquer ação que você tiver que demonstre gostar de estar com ele e que ele é importante para você é válida.

Se quisermos modificar o mundo e fazê-lo melhor, contribuindo com nossa parte, precisamos arranjar tempo para nossos filhos. Seja brincando, ouvindo, ensinando, rindo, esses são os momentos que criam memórias inesquecíveis, que fazem a infância de nossos filhos valerem a pena, e nossa vida muito melhor.

Fonte: Familia.com.br
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O sexo depois dos filhos

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Há vida após a maternidade...e sexo também, mesmo com o cansaço, e muitas vezes a falta de privacidade, pois muitas crianças ainda dormem com os pais. No meu caso a vida sexual só voltou mais ou menos a ativa após uns 6 meses depois que o Levi nasceu. Ele começou a dormir no quartinho dele com 10 dias de nascido, mas o que mais atrapalhava era o cansaço que sentia após um dia inteiro por conta de um bebê...sem esquecer as madrugadas acordada. E ai que a coisa pega pois a grande maioria dos homens querem que a mulher 'compareça' e esquecem de tudo isso. Só Deus sabe como é bom deitar na cama após um dia de correria, e poder realmente dormir. A nossa vantagem foi que o Levi logo começou a dormir a noite toda e como o ensinamos a dormir cedo, sempre sobrava um tempinho para descansar e nos curtir.
Encontrei esse artigo escrito por um homem(conselheiro) sobre como manter a vida sexual ativa após a nascimento de filhos...vale a pena ler.

5 dicas para manter sua vida sexual ativa mesmo depois de ter filhos


Como um conselheiro matrimonial em Denver, Colorado, eu recebo muitos casais que vêm a mim em busca de aconselhamento matrimonial por que eles estão tendo dificuldades sexuais. Uma das razões mais comuns para essa situação é: "Temos crianças. Por isso é difícil encontrar tempo ou energia para entrar no clima."

A intimidade sexual é de vital importância para o casamento. Cria paixão, romance e mantém a chama acesa. É uma das poucas coisas que você compartilha com seu esposo e com mais ninguém. É uma conexão especial que só os dois podem ter. Quando as crianças chegam, e vocês não têm mais contato sexual com a mesma frequência que costumavam ter, surgem os problemas conjugais. O casal simplesmente para de se sentir mais próximo ou ligado.

Ter filhos dificulta sua vida sexual de muitas formas. Primeiro porque os casais simplesmente não têm mais o tempo que costumavam ter para dedicar-se um ao outro. Menos tempo para namoro e romance geralmente significa menos desejo sexual. Segundo, depois de um longo dia levando as crianças à escola, limpando a casa, verificando os deveres de casa, se os dentes estão escovados, se foram para a cama na hora certa, você simplesmente não se sente mais no clima para o sexo. Finalmente, seus filhos ficam mais velhos – e você também. Então, simplesmente você não se sente mais tão atraente como costumava sentir.

Os casais que não têm uma boa vida sexual raramente têm um bom casamento. Quais são algumas coisas que você pode fazer para manter a sua vida sexual ativa depois que as crianças nasceram? Aqui estão cinco dicas rápidas:

Arranjem tempo para vocês dois. Você tem um calendário para a sua família, para que não se esqueçam de todas as atividades das crianças, aniversários, e outros compromissos. Quando foi a última vez que viu algo no calendário para você e seu cônjuge? Seu relacionamento é tão prioritário quanto o treino de futebol de seu filho. Coloque na sua agenda um tempo para vocês e faça acontecer.

Tranquilize sua esposa de que seu afeto não alterou. Seu corpo muda com a idade. Como resultado, ela pode não sentir-se tão atraente quanto antes de ter as crianças. Quando não se sente sexy, ela não se sente muito animada para a intimidade. Tranquilize-a sobre seu afeto por ela e ajude-a a se sentir amada, cuidada e atraente.

Redefinir as preliminares. Com crianças ao redor, você não tem tanto tempo de privacidade mesmo em seu quarto. Não desperdice todo o tempo de vocês nas preliminares. Isso não precisa ser físico. A troca de mensagens de texto sensuais entre vocês ao longo do dia, bilhetinhos atrevidos no pacote de lanche dele, e-mails eróticos são tão eficazes como preliminares físicas.

Sejam criativos. Com crianças ao redor, o sexo não pode ser tão espontâneo como costumava ser. Há um maior risco de interrupções. Em vez de esperar até que todas as condições sejam favoráveis (o que pode levar um longo tempo), seja criativo sobre onde e quando fazê-lo. O sexo pode ainda ser romântico e unir o casal, mesmo em lugares e momentos inusitados.

Cansaço não é um bom motivo. Depois que as crianças finalmente vão pra cama, você está tão exausta que a última coisa que passa em sua mente é sexo. Quando seu cônjuge se insinua, você acaba tendo toda uma conversa sobre por que você não está com vontade e como fica chateada por ele pensar em sexo depois do dia que você teve. Basta pensar, você provavelmente poderia ter tido sexo e evitado a briga que vocês acabaram tendo. Além disso, não há nada melhor para dormir bem do que aconchegar-se ao seu esposo, após fazerem amor.

Todos os casais passam por mudanças em suas vidas com a chegada dos filhos. Mas, a qualidade da sua vida sexual não precisa mudar. Essas são apenas cinco dicas rápidas sobre como você pode manter sua vida sexual ativa mesmo depois que as crianças vieram. Há muitas maneiras mais para manter a chama do desejo, intimidade e paixão dentro e fora do quarto para que você possa ter uma vida sexual mais agitada. Lembre-se, a intimidade é uma parte vital de seu casamento. Sexo com seu cônjuge é a única coisa que você compartilha com ele e que você não compartilha com os outros. É uma maneira perfeita de criar romance, intimidade e atração em seu casamento. Não negligencie a si mesmo ou seu cônjuge negligenciando sua vida sexual.

Traduzido e adaptado por Stael Metzger do original 5 tips on how to keep your sex life rockin' after kids come knockin', de Aaron Anderson.

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