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CIÚME NA GRAVIDEZ



Minha gravidez foi modelo (segundo minha medica). Muito boa no sentido de sintomas fisicos, sem enjoos, sem contratempos, trabalhei até os últimos dias. Mas com relação ao psicologico...iaiaiai....o que não senti no corpo senti no emocional.
Nos primeiros 3 primeiros meses o marido nem podia olhar pra mim que já estava chorando, magoava com tudo, brigava com qualquer coisa, coitado. Nos outros meses ninguém podia olhar pro marido. Dei uma crise de ciume atras do outro. Eu tinha um barrigão lindo, mas nada de sexy!!!Ele não podia olhar pro lado que já era motivo de briga. Procurando encontrei essa matéria que fala um pouco sobre o ciúme na gravidez:

O ciúme durante a gravidez.
O sentimento de ciúme, principalmente o ciúme doentio ou o ciúme exagerado, provoca conseqüências emocionais e fisiológicas que comprometem nossa saúde, principalmente quando falamos de mulher grávida.
As alterações emocionais presentes na gravidez ficam acentuadas, como forma do próprio corpo responder às responsabilidades que estão por vir e para uma melhor preparação para a maternidade.
Estas alterações promovem maior capacidade da mulher em desenvolver com maximização suas sensações e percepções corporais e a responder de forma mais rápida e mais eficiente aos estímulos.
Segundo MALDONADO, NAHOUM e DICKSTEIN (1981) a gravidez altera significativamente o estado emocional do homem e da mulher e o relacionamento do casal. Essas sensações não acontecem apenas na primeira experiência de ter um filho. Nenhuma gravidez é exatamente igual à outra. A percepção do bebê dentro de si pode ser diferente, a experiência do parto pode ser completamente oposta não só das expectativas como também dos partos anteriores e, sem dúvida, se estará diante de um novo bebê, que jamais será totalmente idêntico aos outros e desta forma, fará com que reaja de forma diferente e nova.
Ocorre neste período a imprevisibilidade emocional e, por mais informada que esteja, por mais confiança que tenha em si mesma, sua tendência é ser mais vulnerável do que normalmente, mais rapidamente sujeita à revolta e ao nojo pelo que é feio e pela crueldade e mais prontamente emocionada pela beleza e pela ternura.
Estes aspectos emocionais afloram sua necessidade de ser ouvida, aceita, elogiada, compreendida e seguramente acolhida pelo marido e pelos familiares.
Suas expectativas podem estar intensas e consequentemente sua necessidade de ser atendida igualmente presente.
A frustração nestas expectativas pode provocar uma maior necessidade de controle da situação, maior desconfiança e maior sensibilidade para os acontecimentos desagradáveis, incluindo o ciúme e o sentimento de rejeição.
O ciúme na mulher durante a gestação não é sem fundamento, pois por estar mais presente em seu estado emocional intensificado, bem como, suas capacidades de sensações e percepções mais aguçadas, é provável que observe mais, fique mais atenta e desta forma mais alerta para situações que permeiam distanciamentos ou traições.
Por sua vez, o homem, pode se sentir mais isolado, mais inferiorizado, já que não é ele que detém esta experiência, e, sim, sente-se mero coadjuvante nesta criação.
Pode isto acarretar em seu distanciamento, procura por amigos, por outras atenções o que vai facilitar fantasias, imaginações e situações reais de risco nesta relação.
Vivenciar o ciúme durante a gestação causa desconforto, maior insegurança, medo do futuro e desamparo, fazendo a mulher experimentar sentimentos que não são ideais neste período, pois vai fazê-la sofrer, podendo até mesmo desenvolver uma depressão gestacional.
Próximo ao fim da gestação, muitas mulheres sofrem de um estado de depressão (KITZINGER, 1987) e esta depressão passa tão rápido quanto chega, sem aparentemente qualquer motivo. A mulher passa por momentos em que a auto confiança fica rebaixada, os medos (infantis) dominam e ela acaba por ficar impaciente com a gravidez.

1 comentários:

jetss disse...

eu queria saber se 1936,00 e gravidez, de quantos dias

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